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Europa

Eurodeputado Nuno Melo questiona Comissão EuropeiaSobre a onda de raptos vivida em Moçambique

O Eurodeputado afirma que a União Europeia, até pelo auxílio financeiro que presta, deve ser muito mais do que um simples espectador, perante um conflito que terá tanto melhor resolução quanto mais rápida e decidida for a intervenção das suas instituições e representantes, realizando todas as diligências necessárias à localização e libertação dos cidadãos raptados e instando as partes beligerantes ao diálogo.

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Eurodeputado Nuno Melo questiona Comissão Europeia Sobre a onda de raptos vivida em Moçambique

Por Jornal Rostos

Eurodeputado Nuno Melo questiona Comissão Europeia, Conselho e Alta Representante para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança sobre a onda de raptos vivida em Moçambique

Tendo em conta a insegurança gerada pelos conflitos armados entre o exército e a Renamo, bem como a onda de raptos registada no país nas últimas semanas, o Eurodeputado Nuno Melo questionou prioritariamente, esta sexta-feira, a Comissão Europeia, o Conselho e a Alta Representante para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, acerca da situação vivida em Moçambique.
Moçambique é um país largamente beneficiário da ajuda externa, sendo que cerca de 70 % dessa ajuda é proveniente da U.E, nomeadamente tendo em vista, directa ou indirectamente, o desenvolvimento do país e a consolidação de um regime democrático.
Moçambique vive a sua pior crise política e militar desde a assinatura do Acordo Geral de Paz em 1992 e os raptos e violência vividos, colocando em risco o património, a integridade física e a vida das pessoas, têm levado trabalhadores, empresários e investidores europeus, bem como as respectivas famílias, a abandonarem o país.

O Eurodeputado afirma que a União Europeia, até pelo auxílio financeiro que presta, deve ser muito mais do que um simples espectador, perante um conflito que terá tanto melhor resolução quanto mais rápida e decidida for a intervenção das suas instituições e representantes, realizando todas as diligências necessárias à localização e libertação dos cidadãos raptados e instando as partes beligerantes ao diálogo.

Nessa medida, o Eurodeputado questionou sobre qual a intervenção até ao momento exercida junto do Estado Moçambicano, bem como dos representantes políticos da Renamo e da Frelimo, com vista à localização e libertação dos cidadãos portugueses e ao retorno à paz e à normalidade democrática.

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