Exposições temporárias no MAEDS em SetúbalInauguração no dia 19 de Julho, 21h30
. Imagens do Barreiro
. DO NASCER DO SOL AO POR DO SOL FOTOGRAFIA - PEDRO SOARES
CollectiveImages é constituído por cinco fotógrafos que se reuniram enquanto colectivo de fotografia com o objetivo de desenvolver projectos fotográficos de carácter autoral e documental numa óptica contemporânea.

Por Jornal Rostos
Próximas exposições temporárias no MAEDS.
Inauguração no dia 19 de Julho, 21h30
INTERVENÇÕES FOTOGRÁFICAS
LUGARES VAGOS
COLLECTIVEIMAGES
Ana Rainho, António Lopes, Fernando da Mota, Marta Araújo Amorim, Pedro Araújo Amorim
Sobre:
«Lugares Vagos» é um projecto desenvolvido pelo colectivo de fotografia CollectiveImages. Mais do que registar e documentar a história de alguns focos industriais, propõe-se criar imagens de autor que despertem a atenção para paisagens que, por nos serem tão familiares, nos passam muitas vezes despercebidas. Imagens de locais que outrora fervilhavam de actividade, e que agora transparecem a indefinição, a atemporabilidade, a ausência e o silêncio de Lugares Vagos.
CollectiveImages é constituído por cinco fotógrafos que se reuniram enquanto colectivo de fotografia com o objetivo de desenvolver projectos fotográficos de carácter autoral e documental numa óptica contemporânea. Tendo como elementos Ana Rainho, Marta Araújo Amorim, António Lopes, Fernando da Mota e Pedro Araújo Amorim, o colectivo
nasceu em 2012 no seio da Associação Portuguesa de Arte Fotográfica (APAF).
http://collectiveimages.wix.com/collectiveimages
DO NASCER DO SOL AO POR DO SOL
FOTOGRAFIA - PEDRO SOARES
Sobre:
Estes homens e estas mulheres têm nome, têm profissão, conhecem-se uns aos outros. Ela sabe de que terra é, ele também. Deram prova de uma consciência que lhes mereceu a violência da GNR e dos Pides. Os sorrisos e as lágrimas que a memória dos acontecimentos de 1962 neles provocou, suscitaram no fotógrafo grande amadurecimento humano. Aqui bem perto, na herdade de Palma, os donos denunciaram à GNR operários agrícolas em luta pelas 8 horas de trabalho
que foram levados ao posto da GNR para serem agredidos. Dois ficaram sem poder mexer-se. Vinte e oito foram presos, incluindo duas operárias. As mulheres deitavam-se no chão, frente às carrinhas carregadas de presos.
Agressões, prisão, resistência. A luta pelas oito horas de trabalho no campo triunfou. Portugal ficou muito melhor
NAKED CORK TREE
Francisco Borba













