Projecto de residências artísticas no Parque Empresarial do BarreiroÚltimo dia de exposição «da fábrica que desvanece à baía do tejo»
Hoje é o último dia de visita ao projecto de residências artisticas no Parque Empresarial Baía do Tejo, a exposição "da fábrica que desvanece à baía do tejo".
Os seus trabalhos de escultura, desenho, fotografia, instalação sonora evidenciam as especificidades de um território singular que marca indiscutivelmente a história da Indústria Nacional.

Por Jornal Rostos
Esta é uma exposição que resulta da residência artística dos artistas António Bolota, Dalila Gonçalves, Martinha Maia, Ricardo Jacinto, Valter Ventura e o coletivo Projecto Teatral que, sob curadoria de Cláudia Ramos da Casinfância, entidade cultural sem fins lucrativos, viveram e criaram na Antiga Companhia União Fabril (CUF), atual Baía do Tejo, no Barreiro.
Os seus trabalhos de escultura, desenho, fotografia, instalação sonora evidenciam as especificidades de um território singular que marca indiscutivelmente a história da Indústria Nacional. São estudo, descoberta e resultado exploratório de um vasto território repleto de signos, marcas de uma história e de um tempo.
As visitas estão marcadas para as 10h30 e 17h00 de domingo.
A entrada é gratuita.
Com o patrocínio da Baía do Tejo e o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian", "da fábrica que desvanece à baía do tejo" reúne alguns dos nomes mais fortes da nova geração de artistas plásticos no que é a primeira exploração artística de um espaço único no panorama nacional.













