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Auditório Municipal Augusto Cabrita - BarreiroComemorou 11 anos de actividade

As comemorações tiveram início com a inauguração das exposições de fotografia “Rostos – Estaleiros Navais de Viana do Castelo”, de Egídio Santos, e “Fotonature – Experiências Fotográficas”, de Luís Afonso, Miguel Claro e Nuno Luís. Estas duas mostras estão também inseridas na programação do MÊS DA FOTOGRAFIA.

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Auditório Municipal Augusto Cabrita - Barreiro Comemorou 11 anos de actividade

Por Jornal Rostos

O Auditório Municipal Augusto Cabrita comemorou, no dia 1 de novembro, 11 anos, com uma série de iniciativas que envolveram centenas de pessoas, de todas as idades.

As comemorações tiveram início com a inauguração das exposições de fotografia “Rostos – Estaleiros Navais de Viana do Castelo”, de Egídio Santos, e “Fotonature – Experiências Fotográficas”, de Luís Afonso, Miguel Claro e Nuno Luís. Estas duas mostras estão também inseridas na programação do MÊS DA FOTOGRAFIA.
Na iniciativa, a Vereadora da Cultura, Regina Janeiro, deu os parabéns ao AMAC e à equipa que coordena e trabalha neste espaço, salientando que, “mesmo em tempos difíceis, não deixaram de programar e de fazer”, proporcionado atividade cultural à população barreirense. Em relação ao MÊS DA FOTOGRAFIA, Regina Janeiro salientou que este ciclo surgiu “como os projetos devem surgir, com a cidade a impor dinâmicas à Autarquia”, referindo nomeadamente o trabalho do Clube de Fotógrafos do Barreiro, parceiro na organização do evento.

Egídio Santos, autor das fotografias “Rostos – Estaleiros Navais de Viana do Castelo”, explicou que as imagens impressas do dia-a-dia de trabalho nos estaleiros foram captadas em 1991, para o jornal “O Independente”. Em suporte digital, na exposição, são mostradas fotografias tiradas em 2013, no âmbito de manifestações de repúdio ao encerramento dos estaleiros.
Luís Afonso e Miguel Claro explicaram o projeto de formação em fotografia “Fotonature”, salientando que as imagens apresentadas foram captadas por cada um dos coordenadores do projeto. “São visões diferentes do que cada um tem da paisagem natural”, em imagens de norte a sul do País, diurnas e noturnas, explicaram os dois autores.
As duas mostras estão patentes no AMAC, até 7 de dezembro.

À noite, o AMAC recebeu a peça de dança “Kinezis”, pela Companhia Marina Popova, que apresentou estilos de dança oriundos dos vários cantos do Mundo. A este espetáculo assistiram as cerca de 20 crianças, dos 6 aos 10 de anos de idade, que participaram na iniciativa “Uma noite no AMAC”.
Após o espetáculo, os mais novos cantaram os parabéns ao “menino auditório” e foram conhecer os bastidores e os vários recantos deste espaço cultural, inacessíveis ao público em geral.
Foi no palco do AMAC que dormiram e, no dia seguinte, 2 de novembro, participaram no Ateliê de Iniciação ao Teatro de Sombras e ‘emprestaram’ a voz para a gravação dos spots de abertura dos espetáculo AMAC Junior.
“Olá. Sejam bem-vindos ao Auditório Municipal Augusto Cabrita. Meninas e Meninos, Senhoras e Senhores. Já a seguir vai começar o espetáculo. Mas para que tudo corra bem, e todos se divirtam, é necessário silêncio. Então, por favor, desliguem os vossos telemóveis e não tirem fotografias. Desejamos a todos um bom espetáculo”, foi a mensagem gravada pelas cerca de 20 crianças que irá passar antes dos espetáculos do AMAC Junior.
Antes da chegada dos pais, os participantes tiveram ainda oportunidade de apresentar, no palco, individualmente, a personagem criada no âmbito do Ateliê de Iniciação ao Teatro de Sombras.
Num âmbito de grande animação e convívio, os mais novos disseram ainda o que gostaram mais da Noite no AMAC e aproveitaram para transmitir sugestões de atividades para as próximas noites.

Fonte - CMB

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