Prémio Revelação Agustina Bessa-Luísficou sem vencedor em 2014
Por Jornal Rostos
Após demorada análise e debate sobre as obras apresentadas, o júri entendeu que nenhuma delas reunia as condições bastantes para a atribuição do galardão, que contava, ainda, com o apoio da Gradiva para a edição da obra vencedora.
O Júri da 7ª edição do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís foi presidido por Guilherme D`Oliveira Martins, em representação do Centro Nacional de Cultura, e integrou José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores, Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa de Críticos Literários, Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, convidados a título individual e, ainda, Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, pela Estoril Sol.
Recorde-se que, de acordo com o Regulamento, só poderiam concorrer a este Prémio Revelação autores portugueses, desde que a sua idade não fosse superior a 35 anos, completada até 31 de Dezembro do ano da atribuição, com um romance inédito e sem qualquer obra publicada.
Instituído em 2008, este Prémio Literário foi atribuído, em edições anteriores, a Raquel Ochoa, com o romance “A Casa-Comboio”, Paulo Mourão Bugalho, com “A Cabeça de Séneca”; Tiago Manuel Ribeiro Patrício, com “Trás-os-Montes”; Marlene Correia Ferraz, com “A Vida Inútil de José Homem”; e Paula Cristina Rodrigues com “Horizonte e Mar”.
No decurso do primeiro trimestre, a Estoril Sol relançará o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís, bem como o Prémio Literário Fernando Namora e atribuirá, ainda, pela primeira vez, o Prémio Vasco Graça Moura. Trata-se de um novo galardão vocacionado para distinguir a Cidadania Cultural, em homenagem ao notável homem de Letras, falecido no passado mês de Abril, que presidiu ao Júri dos Prémios Literários.













