Saltar para o conteúdo
Moldura

Núcleo da Olaria Romana da Quinta do Rouxinol em Corroios - SeixalUma das mais importantes coleções de cerâmica romana do nosso país

. A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia.

No próximo sábado, dia 19 de maio, tem lugar às 15 horas, uma visita ao Núcleo da Olaria Romana da Quinta do Rouxinol, em Corroios.

2 min de leitura
Núcleo da Olaria Romana da Quinta do Rouxinol em Corroios - Seixal Uma das mais importantes coleções de cerâmica romana do nosso país

Por Jornal Rostos

Este Núcleo está classificado como Monumento Nacional e o seu espólio constitui uma das mais importantes coleções de cerâmica romana do nosso país. Propõe-se uma visita à olaria romana e à sua envolvente, dando especial destaque ao sítio arqueológico e aos elementos naturais que contribuíram para a sua existência neste local entre os séculos II e V. A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia.

O Núcleo da Olaria Romana da Quinta do Rouxinol
Localizado na proximidade de Corroios, o Núcleo da Olaria Romana da Quinta do Rouxinol visa a preservação e musealização do sítio arqueológico classificado de Monumento Nacional (Decreto n.º 26-A/92, de 1 de Junho). O seu espólio constitui uma das mais importantes coleções de cerâmica romana do nosso país, ilustrando profusamente o papel que a olaria do Rouxinol terá desempenhado no abastecimento local a Olisipo (Lisboa) e aos vários centros conserveiros da região, entre os finais do século II e, pelo menos, as primeiras décadas do século V.
Informações orais remetem para 1960 os primeiros achados de espólio romano na Quinta do Rouxinol, antiga propriedade agrícola completamente urbanizada em inícios da década de 1980. Pouco depois da constituição do Ecomuseu Municipal do Seixal, prospeções de superfície realizadas pelos seus serviços, entre 1982 e 1983, permitiram recolher materiais que indiciavam o eventual funcionamento de uma olaria no local. Em 1986, o acompanhamento de obras de saneamento básico levou à descoberta dos vestígios de um primeiro forno, justificando que a Câmara Municipal do Seixal deliberasse conservar a estrutura in situ.
A partir daí, detetaram-se dois fornos (e vestígios de um eventual terceiro) de produção de loiça doméstica, materiais de construção, lucernas e, principalmente, de ânforas destinadas ao envase e transporte de preparados de peixe e, provavelmente, de vinho. Muito próximo, duas fossas abertas na areia de base atestavam a rejeição de diverso material durante o processo de fabrico, encontrando-se repletas de espólio cerâmico (muitas vezes com formas completas ou quase), junto a madeira que não chegou a ser utilizada como fonte de alimentação da cozedura.

Fonte - CMS

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção