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No Teatro Municipal do BarreiroVigilâmbulo Caolho apresenta "Debaixo da Cidade"

O recente grupo de teatro barreirense "Vigilâmbulo Caolho", formado em 2005, vai repor o seu primeiro espectáculo "Debaixo da Cidade", da autoria de Gonçalo M. Tavares, de quinta-feira a domingo (21 a 24 de Julho), às 22h00, no Teatro Municipal do Barreiro. Três euros é o valor da entrada.

2 min de leitura
No Teatro Municipal do Barreiro Vigilâmbulo Caolho apresenta "Debaixo da Cidade"

Por Jornal Rostos

"Debaixo da Cidade" estreou a 10 de Março de 2005, no Mês de Teatro, marcando o início oficial das actividades deste grupo que já apresentou o espectáculo "O Armário", em 2004, e que se encontra a preparar o programa de espectáculos da próxima temporada cultural, a divulgar brevemente.

Mais informações, imagens e textos sobre este jovem grupo de teatro barreirense podem ser consultadas no Weblog www.vigilambulocaolho.blogspot.com ou através da morada vigilambulocaolho@sapo.pt.

O Teatro Municipal do Barreiro encontra-se na Rua Vasco da Gama, Centro Comercial Pirâmides (telefone: 21 206 0860).

Ficha Técnica

Título: Debaixo da Cidade

Autor: Gonçalo M. Tavares

Criação: colectiva

Interpretação: Júlio Mesquita, Pedro Manuel, Ricardo Guerreiro, Horácio Manuel

Concepção sonora, operação de luz e som Jorge Ferreira

Adaptação dramatúrgica: Pedro Manuel

Cenografia: Pedro Manuel, Ricardo Guerreiro

Desenho: Ricardo Guerreiro

Fotografia: Cláudio Ferreira, Guilherme Ferreira/CMB

Vídeo: Daniel Figueiredo, Judite Lopes

Programa: Vigilâmbulo Caolho

Produção: Vigilâmbulo Caolho, Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC), Arte Viva - Companhia de Teatro do Barreiro

Sinopse

«Ser único, conquistar o centro. Tu tens um centro. Todos têm um centro. Esta casa tem um centro. Não te afastes do centro. Se for necessário rasteja, mas não te afastes. A tua cabeça é importante. A tua cabeça é o mais importante. (...) O que é necessário é uma síntese. Relembrar tudo. Meter tudo em ordem. O meu corpo não é suficiente. Um ficheiro. Organizar o passado. Preciso de fichas. Localizar os pensamentos. É tudo pele. Perdi-me na superfície. Atiraram-me para a superfície. É preciso quebrar. Partir a camada que não deixa. Temos de ir para baixo. Para o fundo. A pele é nojenta. A sujidade. Não basta desistir da água. É preciso desistir das ideias.»

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