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No Auditório Augusto Cabrita - BarreiroAguarelas de Eugénio Silva proporcionam “uma viagem pela memória”

“Esta exposição é uma excelente viagem ao passado do Barreiro” salientou a Vereadora Sofia Martins, no acto inaugural da exposição de Eugénio Silva, que pode ser visitada no Auditório Municipal Augusto Cabrita, até ao próximo dia 4 de Junho.

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No Auditório Augusto Cabrita - Barreiro Aguarelas de Eugénio Silva proporcionam “uma viagem pela memória”

Por Jornal Rostos

A abertura da exposição intitulada “Barreiro Antigo II”, com aguarelas de Eugénio Silva, foi efectuada, hoje, pelas 17 horas, com a presença de dezenas de amigos e familiares que, desta forma, manifestaram a sua solidariedade a Eugénio Silva.
Sofia Martins, Vereadora da Câmara Municipal do Barreiro, recordou no acto inaugural que “esta exposição é uma excelente viagem ao passado do Barreiro” e acrescentou “para quem gosta do Barreiro é uma prazer fazer esta viagem pelas aguarelas de Eugénio Silva”.
“Esta exposição permite-nos efectuar uma viagem por tempos antigos, recordar o Barreiro de outros tempos e compará-lo com o Barreiro de hoje” – sublinhou a Vereadora Sofia Martins.

Reviver o Barreiro

Eugénio Silva, sublinhou que nestes quadros “há muita coisa para nos recordar o Barreiro, coisas que existiam e hoje não existem”.
Referiu Eugénio Silva que junto a cada quadro está “um pequeno historial” que permite aos visitantes tomarem conhecimento dos lugares como eram e com fotos actuais que permitem identificar a realidade actual.
“É uma exposição que permite reviver o Barreiro” – salientou Eugénio Silva, que a brincar que ele próprio recordava o Barreiro de outros tempos porque - “eu sou do tempo de Sidónio Pais”.

Horário da exposição

A exposição, organizada pela Câmara Municipal do Barreiro, vai estar patente na Galeria do Piso 1, até 4 de Junho, podendo ser visitada de terça a Domingo, entre as 15h00 e as 20h00, até 14 de Maio, e das 17h00 às 22h00, a partir de 15 de Maio.

Quem é Eugénio Silva?
Eugénio Silva nasceu no Barreiro em 1937. Desde muito cedo manifestou intuição para as artes, em geral, e, em particular, para o desenho, tendo frequentado, de 1950 a 1954, o Curso de Desenhador Gravador Litografo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa, onde foi acompanhado e aperfeiçoado por três grandes mestres: Abel Manta, no desenho, Pedro Jorge Pinto, na aguarela, e Rodrigues Alves, na banda desenhada. Teve depois o seu primeiro emprego na Litografia Amorim, transitando posteriormente para a Companhia União Fabril - CUF.
Em 2004 recebeu a medalha de «Barreiro Reconhecido» que distinguiu um percurso profissional dedicado à arte, nomeadamente, na ilustração, banda desenhada, teatro amador, mas, sobretudo, na aguarela, técnica que domina com mestria.

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