“Idas ao Teatro” no BarreiroCMB leva população a “1755 O Grande Terramoto”

Por Jornal Rostos
A partida será efectuada, como habitualmente, junto à Estátua Alfredo da Silva, desta feita, mais cedo que o habitual: às 19h45. As inscrições estão abertas até 18 de Maio.
“1755 O Grande Terramoto (…) recria ficcionalmente, a partir de figuras e acontecimentos reais, a mentalidade portuguesa na Lisboa do século XVIII, atravessada por uma catástrofe natural que todos abala” http://teatrotrindade.inatel.pt/html/Pg_terramoto.htm;
As inscrições para esta “Ida ao Teatro” podem ser efectuadas na Bilheteira do Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC). Quaisquer informações podem ser solicitadas directamente, através do telefone 21 214 7410 ou do e-mail amac-bilheteira@mail.telepac.pt. A Bilheteira do AMAC está aberta ao público de terça-feira a domingo, das 15h00 às 20h00 (encerra à segunda-feira).
Esta peça, com ingressos a 9,10 euros, e de duas horas de duração, é para maiores de 12 anos.
A título de curiosidade registe-se o número de inscritos na última Ida: 143. Três autocarros deslocaram-se, no passado dia 27 de Abril, ao Teatro Politeama para assistir a “A Canção de Lisboa”.
SINOPSE
1755 O GRANDE TERRAMOTO
1755 O Grande Terramoto de Lisboa é uma peça de teatro que recria ficcionalmente, a partir de figuras e acontecimentos reais, a mentalidade portuguesa na Lisboa do séc. XVIII atravessada por uma catástrofe natural que todos abala.
Lisboa antes, durante e depois do terramoto é o contexto de toda a acção dramática. Se antes do terramoto se esboçam já os conflitos entre personagens e grupos sociais (os políticos, os nobres, os religiosos, as prostitutas do Botequim da Rosa e o povo das ruas de Lisboa) na luta por privilégios, influências, interesses e poder, é o terramoto que, tudo tendo destruído, revelará, pelo poder do Marquês de Pombal e do rei D. José I, não só uma cidade nova, como uma nova mentalidade e um novo Portugal. Nos escombros do velho Portugal, supersticioso e decadente, de nobreza falida e dominado tentacularmente pelos jesuítas nasce, a ferro e fogo, uma cidade nova, geométrica, e um país moderno, burguês, sem escravos, nem cristão-novos, com escolas normais, comércio intenso, sem contestação, nem opositores.
Dois eixos dramáticos unificam toda a peça: a história de Mariana e do seu presumível incesto com o conde de Unhão, que se inscreve na Lisboa popular, e a história da ascensão ao poder do Marquês de Pombal, como ministro do reino, inscrevendo-se numa Lisboa fidalga à volta de rei D. José e do seu ministro.
Ficha Técnica
texto Filomena Oliveira e Miguel Real
concepção, direcção, dramaturgia e espaço cénico Fraga
música original e banda sonora Luís Cília
figurinos Cristina Novo
desenho de luz Vítor Correia
concepção e direcção videográfica António Jorge Gonçalves
cabeleiras e desenho de make-up Pessoa Júnior
máscaras Mara Maravilha, José Luís Loureiro e Luís Calheiros
pós-produção musical Adriano Silva
pós-produção vídeo Rui Pereira, Cristina Novo
animação 3D Bernardo Amorim
Interpretação:
Adriano Carvalho
El-Rei D. José I
Alberto Villar Embaixador
D. Luís da Cunha
Alda Gomes
D. Teresa,
esposa de Luís Bernardo
Ana Bustorff
D. Leonor, Marquesa de Távora
André Albuquerque Ramon
| Atirador | Escrivão
Ângela Pinto
D. Josefa, Condessa de Unhão
Augusto Portela Rafael Delabella, Provincial dos Jesuítas
Benedita Pereira Leonor
Carmen Santos
D. Maria Ana de Áustria, Rainha-mãe
Catarina Fraga
Infanta D. Maria I, filha de D. José I
Cláudia Faria Celeste
| Freira
David Martins Telmo
| Comediante | Frade
Eufrosina Santos Marta
Frederico Amaral Francisco
| Atirador | Carregador | Guarda | Médico
Henrique Viana Padre Gabriel Malagrida
Herberto Lima Tomé
Hugo Caroça Xavier
| Comediante | Frade | Guarda | Marinheiro | Verdugo
João Didelet
D. Francisco de Assis, Duque de Aveiro
João Lagarto
D. Maurício de Soveral, Conde de Unhão
José Fidalgo
Luís Bernardo, filho dos Marqueses de Távora | carrasco
Leonor Seixas
Mariana
Lucinda Loureiro
Rainha D. Mariana Vitoria, esposa de D. José I
Mariana Coelho Rosa
Mário Rui Aio da Rainha-mãe | Frade | Guarda
Marco Costa Afonso, escudeiro do Conde de Unhão
Miguel Freire João | Comediante
Mónica Garcez Michaela
Nuno Mello
D. José Mascaranhas, Marquês de Távora
Paula Coelho Rosinda
| Comediante |
Freira
Paulo Oom
Sebastião de Carvalho, Marquês de Pombal
Ramon Martinez André
| Atirador | Comediante | Verdugo
Rita Miranda Amélia | Beatriz | Comediante
Rita Rodrigues Lolita
Rui Quintas
Embaixador Manuel Villares
Teresa Mónica Madre Carlota
Tiago Aldeia Gil | Comediante | Guarda | Frade
Vera Paz Voz-Off
coordenação técnica
Carlos Garcia
assistência de encenação
Mónica Garcez
direcção de cena
Hugo Paulito
desenho técnico de cenário
Pedro Silva
construção de adereços
Filipe Bastos e José Pedro Alves
montagem de luz João Miranda, José António, Gi Carvalho, Sérgio Moreira
operação de luz José António, Gi Carvalho
montagem e operação de som Rui Santos
operação de vídeo André Madeira
operação de legendagem João Rodrigues
construção de cenário E.P.C. | Teatro da Trindade (Manuel Barata, Victor Albuquerque, Filipe Bastos, Francisco Cercas)
Técnicos de Palco: Filipe Bastos, Nuno Pereira, Ricardo Mesquita, Sérgio Moreira, Tiago Cortez e Victor Albuquerque
responsável de guarda-roupa Andreia Rocha
confecção de guarda-roupa Beatriz Henriques, Cláudia Faria, Flávio Tomé, Ruby Myers
assistente de cabeleiras e desenho de make-up Silvana Faustino
estagiários Sónia Pereira (assistente de divulgação) | André Madeira, Filipa Fabrica, Sandrina Esperança (pós-produção vídeo)
making-off Ricardo Cavadas
entrevista do programa Joaquim Paulo Nogueira
fotografia e design gráfico Clementina Cabral
marketing, imprensa e divulgação Isabel Tomás e Joana Esteves
produção executiva Catarina Magalhães e Elisabete Duarte
assistente de produção Fernanda Paulo
direcção produção Rui Sérgio
produção Teatro da Trindade/INATEL 2006













