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Na Biblioteca Municipal do Barreiro“Lavrar o Mar”, de Daniel Sampaio é o “Livro do Mês” de Março

“Lavrar o Mar – Um novo olhar sobre o relacionamento entre pais e filhos”, de Daniel Sampaio, com a colaboração de Eulália Barros, é o “Livro do Mês” de Março na Biblioteca Municipal do Barreiro. Esta rubrica, recentemente lançada pela Câmara Municipal do Barreiro, continuará a destacar, mensalmente, outros autores/obras.

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Na Biblioteca Municipal do Barreiro “Lavrar o Mar”, de Daniel Sampaio é o “Livro do Mês” de Março

Por Jornal Rostos

A Biblioteca Municipal encontra-se na Rua da Bandeira, Urbanização do Palácio do Coimbra.

Sinopse

«Daniel Sampaio publica com regularidade desde 1978, e os seus livros centram-se sobretudo nas dificuldades dos pais e professores na relação com os adolescentes. De entre os seus títulos, destacam-se Ninguém Morre Sozinho, Inventem-se Novos Pais, a Arte da Fuga, Tudo o que Temos cá dentro e Vagabundos de Nós, todos publicados na Editorial Caminho.

Tem colaborado em vários programas de rádio e televisão e é cronista semanal na Revista XIS, do jornal Público. À versão teatral de Vagabundos de Nós, levada à cena em 2004, no Teatro Maria Matos, foi atribuído o Prémio Marcelino Mesquita da Sociedade Portuguesa de Escritores e Artistas Médicos.

Daniel Sampaio é médico psiquiatra e Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Lisboa. Fez a sua formação com Maurizio Andolfi e Carl Whitaker e foi um dos introdutores da Terapia Familiar em Portugal.

Doze anos depois da publicação do seu conhecido livro Inventem-se Novos Pais, Daniel Sampaio actualiza as questões de relacionamento entre pais e filhos adolescentes. Lavrar o Mar propõe um novo olhar sobre o quotidiano das famílias: é tempo de responsabilizar os jovens pelos seus comportamentos, é o momento para deixarmos de os considerar seres imaturos a quem não podemos pedir contas. Nesta obra, salienta-se a decisiva importância de uma infância organizada à volta do amor e da disciplina, como garante de uma adolescência saudável; estimulam-se novas formas de diálogo entre pais e filhos, sem esquecer que a decisiva palavra tem de caber aos mais velhos; e são dados numerosos exemplos de possíveis conflitos quotidianos como os horários, os dinheiros, os prémios e os castigos, a Internet, o sexo, o álcool e as drogas.

Em correspondência com Eulália Barros, o tema da escola é revisitado e são apontadas novas linhas de reflexão sobre o ensino e a aprendizagem.
Escrito de uma forma clara e acessível, mas sedimentado numa vasta experiência do autor no trabalho com adolescentes, Lavrar o Mar é uma obra indispensável a pais e educadores e um oportuno momento de reflexão para os mais jovens.»

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