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Dia Internacional dos Museus em PalmelaInauguração da exposição “Palmela Arqueológica. Espaços, Vivências, Poderes”

No âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Museus (dia 18 de Maio), a Câmara Municipal de Palmela apresenta um fim-de-semana com várias actividades ligadas ao património, com destaque para a inauguração da exposição “Palmela Arqueológica. Espaços, Vivências, Poderes”, no dia 17 de Maio, às 17h30, na Igreja de Santiago, Castelo de Palmela.

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Por Jornal Rostos

Esta exposição decorre dos últimos 20 anos de investigação arqueológica no Concelho, onde são reconhecidas as potencialidades arqueológicas da região de Palmela, com destaque para a Pré-História, a Proto-História e o Período Medieval, bem representados no povoado da Quinta da Cerca, nos sepulcros de Quinta do Anjo, no povoado fortificado de Chibanes ou nos vestígios islâmicos e da reconquista do Castelo de Palmela.
A Carta Arqueológica do Concelho de Palmela, a Quinta da Cerca e Camarral, Hipogeus da Quinta do Anjo, Chibanes, Zambujalinho, Alto da Queimada, Castelo Medieval, o Castelo Moderno, Rua de Nenhures e Centro Histórico: Mercado Velho e outros sítios são os dez núcleos expositivos que compõem a mostra.
Além de promover a divulgação da riqueza arqueológica do concelho, esta exposição tem como objectivos valorizar o contributo da arqueologia para o conhecimento do quotidiano das populações desde a Pré-História à Idade Moderna, sublinhar a importância da arqueologia na construção da História local e sensibilizar para a leitura e interpretação do documento arqueológico.

Também no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Museus, a autarquia promove a “Noite nos Museus”: no dia 17, a partir das 21h30, personagens ligadas à história do concelho guiarão os visitantes pelo Castelo de Palmela, numa viagem diferente de descoberta do monumento.
Para as 21h30 de dia 18, domingo, está agendado um espectáculo pelo Calgary String Quartet, no Cine-Teatro São João. O quarteto, proveniente de Calgary, na província de Alberta, Canadá, é composto por quatro músicos de renome internacional – Edmond Agopian e Adriana Lebedovich (violinos), Dean O’Brien (viola) e Beth Root Sandvoss (violoncelo). O Quarteto em Ré Maior, K 155, de Mozart e o Quarteto op. 44 n.º1 de Mendelssohn, temas de origem hebraica, cigana e da Europa de Leste compõem o repertório do espectáculo.

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