SeixalLançamento do livro “Memórias de 20 anos de Festivais de Bandas Filarmónicas”

Por Jornal Rostos
Num país onde o analfabetismo era bastante elevado, as colectividades de cultura e recreio, adquiriram um papel importante na divulgação da cultura, ocupação dos tempos livres das gentes operárias de então, bem como na tentativa de instrução dos seus sócios através das suas bibliotecas.
Em Arrentela, a vida social movia-se em torno da Colectividade e mais tarde do clube desportivo – Atlético Clube de Arrentela.
São inúmeras as actividades que marcam a história da Sociedade. Entre elas podemos destacar os grupos de teatro, as orquestras de jazz, como “Os Marrafinhas” e “Os Preferidos”. O grupo de bandolins que actuavam nos bailes, a biblioteca e no último quartel do Séc. XX surge a orquestra ligeira, os grupos de danças (que actuaram em espectáculos nos teatros S. Luís e Maria Matos, em Lisboa), o grupo de ginástica e a classe de karaté. Já no Séc. XXI, surge, ligada à escola de Música, a Mini-Banda, a classe de Mai Tay, e o grupo de Danças e Cantares.
Agostinho de Sousa Silva
Agostinho de Sousa Silva nasceu em Lisboa, mas vive na freguesia de Arrentela desde os quatro anos de idade. Figura exemplar no meio associativo local fez parte dos diferentes órgãos sociais da Sociedade Filarmónica União Arrentelense (SFUA), do Atlético Clube de Arrentela (do qual é sócio honorário), dos Serviços Sociais da Câmara Municipal do Seixal e da Comissão de Moradores de Arrentela. Nos anos oitenta foi um dos principais impulsionadores da comissão de obras para a construção do novo edifício da SFUA, inaugurado em 1987. Foi membro do executivo da Junta de Freguesia de Arrentela e da Assembleia de Freguesia de Arrentela. Faz parte da comissão organizadora do Festival de Bandas Filarmónicas desde o seu início, em 1989.
Cecília Maria Emídio Louro
Cecília Maria Emídio Louro, com formação na área da Animação Sócio-Cultural, é natural da freguesia de Arrentela, onde cedo se iniciou na vida associativa, nomeadamente na Sociedade Filarmónica União Arrentelense. Dotada de grande empreendedorismo neste âmbito, sempre demonstrou vivo interesse pela dinamização de novas iniciativas. Foi pioneira na quebra de pressupostos ancestrais ao ter sido a primeira mulher, durante os anos oitenta, a integrar o Conselho Fiscal da SFUA. Desde então tem ocupado vários cargos quer na Direcção quer na Assembleia-Geral. A par da actividade dirigente assumida, tem participado ao longo dos anos em diversas iniciativas na área da dança moderna, quer como bailarina quer como professora. Faz parte da Comissão Organizadora do Festival de Bandas desde o seu início.













