Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama - SetúbalJosé Carlos Barros vencedor da 12.ª edição
José Carlos Barros, vencedor da 12.ª edição do Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama, recebeu, no sábado, à noite, o prémio, no valor de 2500 euros.
“Os Sete Epígonos de Tebas” foi a obra a concurso em 2009, escrita por José Carlos Barros que já tinha ganho, em 1990, uma outra edição, com “Uma Abstracção Inútil”.
Na cerimónia, que decorreu no Auditório Carlos Alberto Ferreira Júnior, na Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense, estiveram presentes os três elementos do júri, os escritores Rui Ventura, Joaquim Cardoso Dias e João Candeias.
“Os Sete Epígonos de Tebas” foi a obra a concurso em 2009, escrita por José Carlos Barros que já tinha ganho, em 1990, uma outra edição, com “Uma Abstracção Inútil”.
Na cerimónia, que decorreu no Auditório Carlos Alberto Ferreira Júnior, na Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense, estiveram presentes os três elementos do júri, os escritores Rui Ventura, Joaquim Cardoso Dias e João Candeias.

Por Jornal Rostos
Os presidentes das juntas de freguesia de S. Lourenço e S. Simão e da Associação Cultural Sebastião da Gama, representantes das entidades que, em conjunto, com a Câmara Municipal, organizam a iniciativa, também estiveram presentes na cerimónia, que contou com as actuações do Grupo de Dança Renascentista “Arsluce” e da Orquestra Filarmónica da Sociedade Perpétua Azeitonense.
José Carlos Barros, nascido em 1963, em Boticas, licenciado em Arquitectura Paisagista pela Universidade de Évora, tem vários livros publicados.
“Pequenas Depressões” (1984), “Uma Abstracção Inútil” (1991), “Todos os Náufragos” (1994), “Teoria do Esquecimento” (1995), “As Leis do Povoamento” (1996) e “Las Moradas Inútiles” (2009) são as obras de poesia do autor.
Em prosa, José Carlos Barros publicou, em 2003, “O Dia em que o Mar Desapareceu”, e encontra-se a ultimar a edição de um romance, que lançará em Junho.
José Carlos Barros, nascido em 1963, em Boticas, licenciado em Arquitectura Paisagista pela Universidade de Évora, tem vários livros publicados.
“Pequenas Depressões” (1984), “Uma Abstracção Inútil” (1991), “Todos os Náufragos” (1994), “Teoria do Esquecimento” (1995), “As Leis do Povoamento” (1996) e “Las Moradas Inútiles” (2009) são as obras de poesia do autor.
Em prosa, José Carlos Barros publicou, em 2003, “O Dia em que o Mar Desapareceu”, e encontra-se a ultimar a edição de um romance, que lançará em Junho.













