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Cooperativa Cultural Popular Barreirense - BARREIROEvocação do 1º centenário de Eugène IONESCO

No próximo dia 26 de Novembro, quinta feira, pelas 21,30 horas, vai ter lugar na sede da Cooperativa Cultural Popular Barreirense a evocação do 1º centenário de Eugène IONESCO,uma iniciativa que contam com os prelectores convidados Jorge Cardoso e Mário Rui Filipe da Companhia de Teatro do Barreiro – ARTEVIVA e intervenções daquela Companhia de teatro.

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Cooperativa Cultural Popular Barreirense - BARREIRO Evocação do 1º centenário de Eugène IONESCO

Por Jornal Rostos

Eugène IONESCO, nasceu em Slatina, Roménia em 26 de Novembro de 1909, filho de pai romeno e mãe francesa, faleceu em Paris em 28 de Março de 1994.
Passou a maior parte da infância na França, mas no princípio da adolescência regressou à Roménia onde se formou como professor de francês.
Regressou à França em 1938 para concluir a sua tese de doutoramento.
Apanhado pela eclosão da guerra, em1939, Ionesco permaneceu em França, acabando por revelar-se um escritor de talento.
Estreou em Paris, em 1950, com A Cantora Careca. Trata-se de uma comédia num acto classificada pelo seu autor de anticomédia e que se caracteriza pelo seu surrealismo verbal, foi uma das principais peças do chamado "teatro do absurdo”.
A sua comicidade, baseada mais no absurdo do que no significado, é uma constante do teatro de Ionesco.
Ionesco, no panorama do teatro do século XX, situa-se próximo de Beckett, como intérprete do mal-estar, das dúvidas e do desespero do homem contemporâneo.
Foi eleito membro da Académie Francaise em 1970.

“Sendo o cómico o objectivo do absurdo, ele afigura-se-me mais desesperante do que o trágico” - Eugène Ionesco

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