Paulo Faustino na Universidade da Columbia – New YorkFala sobre concentração e pluralismo dos media em Portugal
. Palestra antecede a apresentação do livro “Pluralismo, Concentração dos Media e Cidadania”
• Comunicação aborda a importância do pluralismo da informação para a democraticidade, livre concorrência e diversidade do sector
• Participação no congresso antecede o lançamento, em Abril, do livro “Pluralismo, concentração dos media e cidadania”, organizado por Paulo Faustino
• Comunicação aborda a importância do pluralismo da informação para a democraticidade, livre concorrência e diversidade do sector
• Participação no congresso antecede o lançamento, em Abril, do livro “Pluralismo, concentração dos media e cidadania”, organizado por Paulo Faustino
Por Jornal Rostos
A Comunicação apresentada Quarta-Feira, dia 10 de Março, pelo Prof. Paulo Faustino na Universidade de Columbia (Nova Iorque) aborda a importância do pluralismo da informação para a democraticidade, livre concorrência e diversidade do sector, realçando o facto de dimensão dos países ser uma barreira para promover uma maior diversidade de operadores. Os países com menor população tendem a ser os países com maior nível de concentração, e, em certas circunstâncias, isso poderá mesmo constituir uma das vias de preservar algumas vozes. Por exemplo, países com a dimensão de Portugal podem não ter capacidade critica (mercado de publicidade e mercado de consumidores) para suportar mais de 5 grandes grupos de media.
O livro “Pluralismo, Concentração dos Media e Cidadania (Impacto das Tecnologias da Comunicação no Acesso à Informação)”, organizado pelo Prof. Paulo Faustino, será lançado em Portugal no próximo mês de Abril. A obra apresenta uma reflexão, à luz de possíveis cenários futuros, da actividade empresarial dos media, analisando e relacionando entre si os impactos das novas tecnologias ao nível das dinâmicas do mercado dos media: desafios de gestão, tendências de negócio e pluralismo da informação. Entre os autores que contribuíram para a obra contam-se Alan Albarran, Arons de Carvalho, Rui Cádima e outros especialistas do sector.
Com o advento da nova geração de media, as palavras de ordem são Interactividade, diferenciação do produto, aproveitamento de nichos de mercado, fragmentação de audiências; informação a qualquer sítio a qualquer hora, cultura do gratuito, target advertising (publicidade dirigida). A maioria destas realidades são novas em relação aos mercados dos meios ditos tradicionais e este processo de mudança acelerada tem sido acompanhado por incerteza acentuada quanto às consequências destas mutações e à configuração da futura geração de mercados de media. Face à necessidade de difundir pontos de vista diversificados na sociedade, a promoção do pluralismo de ideias por parte dos media torna-se condição sine qua non de um adequado funcionamento das sociedades democráticas. Dadas as relações estreitas entre concentração e pluralismo de ideias, a tendência para a concentração crescente tem sido encarada como um indicador de uma evolução desfavorável em matéria de pluralismo.
O livro “Pluralismo, Concentração dos Media e Cidadania (Impacto das Tecnologias da Comunicação no Acesso à Informação)”, organizado pelo Prof. Paulo Faustino, será lançado em Portugal no próximo mês de Abril. A obra apresenta uma reflexão, à luz de possíveis cenários futuros, da actividade empresarial dos media, analisando e relacionando entre si os impactos das novas tecnologias ao nível das dinâmicas do mercado dos media: desafios de gestão, tendências de negócio e pluralismo da informação. Entre os autores que contribuíram para a obra contam-se Alan Albarran, Arons de Carvalho, Rui Cádima e outros especialistas do sector.
Com o advento da nova geração de media, as palavras de ordem são Interactividade, diferenciação do produto, aproveitamento de nichos de mercado, fragmentação de audiências; informação a qualquer sítio a qualquer hora, cultura do gratuito, target advertising (publicidade dirigida). A maioria destas realidades são novas em relação aos mercados dos meios ditos tradicionais e este processo de mudança acelerada tem sido acompanhado por incerteza acentuada quanto às consequências destas mutações e à configuração da futura geração de mercados de media. Face à necessidade de difundir pontos de vista diversificados na sociedade, a promoção do pluralismo de ideias por parte dos media torna-se condição sine qua non de um adequado funcionamento das sociedades democráticas. Dadas as relações estreitas entre concentração e pluralismo de ideias, a tendência para a concentração crescente tem sido encarada como um indicador de uma evolução desfavorável em matéria de pluralismo.













