3ª Feira Medieval de Alhos Vedros - Moita«Mouros, Cristãos e a lenda dos Ramos» tema que vai animar a Vila de Alhos Vedros
. 1ª Mostra de Artesanato Local, destinada aos “artesãos” da terra
O estatuto da Feira Medieval de Alhos Vedros, já não é só um evento local, mas de âmbito regional motivando a visita a Alhos Vedros de muita gente do resto do concelho e concelhos limítrofes, Barreiro, Montijo, Palmela e de muitos outros pontos do País para apreciarem e usufruírem deste ambiente de sabor medieval, que é recriado em redor da centenária Igreja Paroquial e do Parque das Salinas, recentemente renovado.
A 3ª ALHOSVEDROS MEDIEVAL fala-nos dos “Mouros, Cristãos e a lenda dos Ramos”. e vai decorrer de 4 a 6 de Junho, das 15 h às 24 h.
O estatuto da Feira Medieval de Alhos Vedros, já não é só um evento local, mas de âmbito regional motivando a visita a Alhos Vedros de muita gente do resto do concelho e concelhos limítrofes, Barreiro, Montijo, Palmela e de muitos outros pontos do País para apreciarem e usufruírem deste ambiente de sabor medieval, que é recriado em redor da centenária Igreja Paroquial e do Parque das Salinas, recentemente renovado.
A 3ª ALHOSVEDROS MEDIEVAL fala-nos dos “Mouros, Cristãos e a lenda dos Ramos”. e vai decorrer de 4 a 6 de Junho, das 15 h às 24 h.

Por Jornal Rostos
3ª Feira Medieval de Alhos Vedros
O nosso passado continua a inspirar este evento de recreação histórica.
A 3ª ALHOSVEDROS MEDIEVAL fala-nos dos “Mouros, Cristãos e a lenda dos Ramos”. e vai decorrer de 4 a 6 de Junho, das 15 h às 24 h.
O ataque dos Mouros a Alhos Vedros e a sua expulsão pelos moradores, utilizando simples ramos aconteceu realmente? O mais certo é ser uma lenda que cresceu sobre algum facto verídico e ao longo dos séculos foi sendo romanceado. Os historiadores têm bases científicas para o saber meElhor que nós. O nosso objectivo é, ano após ano recrear a história e ajudar a evidenciar os 500 anos do Foral de Alhos Vedros que ocorre já em 2014.
O estatuto da Feira Medieval de Alhos Vedros, já não é só um evento local, mas de âmbito regional motivando a visita a Alhos Vedros de muita gente do resto do concelho e concelhos limítrofes, Barreiro, Montijo, Palmela e de muitos outros pontos do País para apreciarem e usufruírem deste ambiente de sabor medieval, que recriámos em redor da centenária Igreja Paroquial e do Parque das Salinas, recentemente renovado.
A par dos artistas contratados, os Jogos Medievais, a Milícia de Sta Maria da Feira, os Trabucos - Música Medieval, O Grupo de Danças Antigas Josefa D’Óbidos e os artistas que a VIV’ARTE, a melhor companhia de recreação histórica do país, nos trará, ArtFalco – Falcoaria, os Cavaleiros do Tempo – Torneio a cavalo, Emad Selim, dança Sufi do Egipto, Música Gnwua de Marrocos, os encantadores de serpentes, etc, muita da animação será feita por artistas da terra: Os BATUKEIROS da Escola Álvaro Velho, Dança Oriental - Professora Asyul Najima e o Grupo Al-Nawar, o GRUPO CORAL ALIUS VETUS, o GRUPO DE DANÇAS DE ALHOS VEDROS, o Grupo de Danças Renascentistas do Agrupamento de Escolas de Azeitão, a GILTEATRO – Animação Circense, o TEATRO, pela Cercimb e principalmente um XADREZ VIVO, por alunos da Escola EB 2,3 D. João I.
Além das suas actuações próprias, todos os Grupos de animação irão recrear o momento alto da Feira, no final da noite de sábado: o ataque dos Mouros à Igreja.
Realçamos ainda a 1ª Mostra de Artesanato Local, destinada aos “artesãos” da terra.
Muitos dos mais de 50 artesãos e artífices presentes nesta Feira, e provenientes do norte a sul do País e mesmo da vizinha Galiza, Estremadura Espanhola e Marrocos, ouviram falar deste recanto beijado pelo Tejo e aqui acorreram em grande número. Esperemos que no final regressem satisfeitos e com vontade de voltar. São eles os melhores embaixadores desta terra, das suas potencialidades e daquilo que aqui fazemos.
Lembrar o nosso passado e “viver” a nossa história, como o fazemos nesta Feira Medieval, tem também uma vertente económica que importa realçar. As questões do património e da cultura podem ajudar a desenvolver o comércio local e o turismo.
Agradecemos a ajuda de muitos, novos e menos novos que construíram a Feira. Agradecemos os apoios por nós solicitados ao comércio e indústria local e que não foram regateados, mesmo tendo em conta a crise actual. Agradecemos o apoio às Associações locais, Escolas, Junta de Freguesia de Alhos Vedros, Governo Civil de Setúbal e Câmara Municipal da Moita.
Sem o apoio e empenho do Pe. Carlos, da Igreja Paroquial, e do Centro Social Paroquial de S. Lourenço de Alhos Vedros, esta Festa não seria possível. Centro Social que comemorou em Dezembro passado 35 anos, e que foi o percursor do apoio à 1ª infância no concelho.
A população da nossa terra (Alhos Vedros e concelho da Moita), merecem todo o nosso entusiasmo, o nosso empenho e todo o esforço conjunto.
A todos o nosso muito obrigado.
Vítor Cabral
Em nome da ALIUSVETUS - Associação Cultural História e Património
ALBERTINA GOMES, ANA PAULA NISA, CARLA ROSA, FERNANDO MIGUEL, JOÃO TORRES, JOAQUIM ANGELINO, JOSÉ INÁCIO ALVES, JOSÉ MOURA, JOSÉ NETO, LURDES VARGAS, MARGARIDA SOARES, MARIA JOÃO BRANDÃO, NUNO SOARES, OLINDA MESTRE, PAULA SILVA, ROSARIA ARROJA.
O nosso passado continua a inspirar este evento de recreação histórica.
A 3ª ALHOSVEDROS MEDIEVAL fala-nos dos “Mouros, Cristãos e a lenda dos Ramos”. e vai decorrer de 4 a 6 de Junho, das 15 h às 24 h.
O ataque dos Mouros a Alhos Vedros e a sua expulsão pelos moradores, utilizando simples ramos aconteceu realmente? O mais certo é ser uma lenda que cresceu sobre algum facto verídico e ao longo dos séculos foi sendo romanceado. Os historiadores têm bases científicas para o saber meElhor que nós. O nosso objectivo é, ano após ano recrear a história e ajudar a evidenciar os 500 anos do Foral de Alhos Vedros que ocorre já em 2014.
O estatuto da Feira Medieval de Alhos Vedros, já não é só um evento local, mas de âmbito regional motivando a visita a Alhos Vedros de muita gente do resto do concelho e concelhos limítrofes, Barreiro, Montijo, Palmela e de muitos outros pontos do País para apreciarem e usufruírem deste ambiente de sabor medieval, que recriámos em redor da centenária Igreja Paroquial e do Parque das Salinas, recentemente renovado.
A par dos artistas contratados, os Jogos Medievais, a Milícia de Sta Maria da Feira, os Trabucos - Música Medieval, O Grupo de Danças Antigas Josefa D’Óbidos e os artistas que a VIV’ARTE, a melhor companhia de recreação histórica do país, nos trará, ArtFalco – Falcoaria, os Cavaleiros do Tempo – Torneio a cavalo, Emad Selim, dança Sufi do Egipto, Música Gnwua de Marrocos, os encantadores de serpentes, etc, muita da animação será feita por artistas da terra: Os BATUKEIROS da Escola Álvaro Velho, Dança Oriental - Professora Asyul Najima e o Grupo Al-Nawar, o GRUPO CORAL ALIUS VETUS, o GRUPO DE DANÇAS DE ALHOS VEDROS, o Grupo de Danças Renascentistas do Agrupamento de Escolas de Azeitão, a GILTEATRO – Animação Circense, o TEATRO, pela Cercimb e principalmente um XADREZ VIVO, por alunos da Escola EB 2,3 D. João I.
Além das suas actuações próprias, todos os Grupos de animação irão recrear o momento alto da Feira, no final da noite de sábado: o ataque dos Mouros à Igreja.
Realçamos ainda a 1ª Mostra de Artesanato Local, destinada aos “artesãos” da terra.
Muitos dos mais de 50 artesãos e artífices presentes nesta Feira, e provenientes do norte a sul do País e mesmo da vizinha Galiza, Estremadura Espanhola e Marrocos, ouviram falar deste recanto beijado pelo Tejo e aqui acorreram em grande número. Esperemos que no final regressem satisfeitos e com vontade de voltar. São eles os melhores embaixadores desta terra, das suas potencialidades e daquilo que aqui fazemos.
Lembrar o nosso passado e “viver” a nossa história, como o fazemos nesta Feira Medieval, tem também uma vertente económica que importa realçar. As questões do património e da cultura podem ajudar a desenvolver o comércio local e o turismo.
Agradecemos a ajuda de muitos, novos e menos novos que construíram a Feira. Agradecemos os apoios por nós solicitados ao comércio e indústria local e que não foram regateados, mesmo tendo em conta a crise actual. Agradecemos o apoio às Associações locais, Escolas, Junta de Freguesia de Alhos Vedros, Governo Civil de Setúbal e Câmara Municipal da Moita.
Sem o apoio e empenho do Pe. Carlos, da Igreja Paroquial, e do Centro Social Paroquial de S. Lourenço de Alhos Vedros, esta Festa não seria possível. Centro Social que comemorou em Dezembro passado 35 anos, e que foi o percursor do apoio à 1ª infância no concelho.
A população da nossa terra (Alhos Vedros e concelho da Moita), merecem todo o nosso entusiasmo, o nosso empenho e todo o esforço conjunto.
A todos o nosso muito obrigado.
Vítor Cabral
Em nome da ALIUSVETUS - Associação Cultural História e Património
ALBERTINA GOMES, ANA PAULA NISA, CARLA ROSA, FERNANDO MIGUEL, JOÃO TORRES, JOAQUIM ANGELINO, JOSÉ INÁCIO ALVES, JOSÉ MOURA, JOSÉ NETO, LURDES VARGAS, MARGARIDA SOARES, MARIA JOÃO BRANDÃO, NUNO SOARES, OLINDA MESTRE, PAULA SILVA, ROSARIA ARROJA.


















