“Nas Linhas do Corpo” – Santiago do CacémProjecto Educativo ajudou alunos a reforçar laços afectivos
Chama-se nas “Nas Linhas do Corpo”, o projecto educativo que chega agora ao fim e que foi implementado na Escola Básica 2/3 de Alvalade, no âmbito da CultRede que o Município de Santiago do Cacém integra e que tem como missão promover o desenvolvimento cultural das comunidades.

Por Jornal Rostos
Chama-se nas “Nas Linhas do Corpo”, o projecto educativo que chega agora ao fim e que foi implementado na Escola Básica 2/3 de Alvalade, no âmbito da CultRede que o Município de Santiago do Cacém integra e que tem como missão promover o desenvolvimento cultural das comunidades e contribuir para a elevação da qualidade de vida dos cidadãos através da descentralização, da diversificação e da qualificação da oferta cultural e artística, do estímulo à participação das pessoas e organizações culturais e da facilitação do acesso das populações à criação e fruição culturais.
No âmbito desta candidatura, foram implementados no concelho projectos educativos, um na área da iniciação teatral que decorreu no Jardim de Infância de Ermidas e outro na área da dança e das artes visuais que teve lugar na EB 2/3 de Alvalade, com 16 alunos do 5º ano.
Mais do que um projecto educativo, a Oficina intitulada “Nas Linhas do Corpo”, serviu para aproximar os alunos daquela turma. A opinião é da professora Rita Roberto que desde o dia 14 de Abril deu aulas de dança e movimento.
No início do arranque do projecto, não foi muito fácil porque os alunos entendiam que a aula servia apenas para fazer “movimentos esquisitos”, mas depois acabaram por aderir e gostar, referiu ainda a professora.
“Foi muito positivo se considerarmos que os alunos desta idade (12, 13, 14 anos), têm problemas nas relações interpessoais e passaram a dar as mãos e a tocar-se devido aos exercícios que tinham que fazer”, adiantou Rita Roberto que também foi a responsável pela Oficina de Teatro em Ermidas com as crianças do Jardim-de-Infância, intitulada “Para crianças que ainda não conseguem chegar ao puxador da porta”.
Dora Sousa, uma das alunas que participou na Oficina conta que aprendeu, “a ouvir, a respeitar e a observar os colegas”.
“Gostei dos exercícios que aprendemos, gostei de fazer coreografias com velocidades diferentes”, adiantou a formanda.
Ana Luísa Santos a directora de turma aplaude a iniciativa porque “há muita carência afectiva entre estes jovens e esta Oficina de Movimento Contemporâneo foi importante para eles reforçarem os laços de amizade”.













