Comemorações do Centenário da República em Abrantes«Se for eleito Presidente da República, Abrantes será cidade»
As comemorações do Centenário da República em Abrantes iniciaram-se junto ao edifício da Biblioteca Municipal António Botto, onde a Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense interpretou o Hino Nacional, após a representação de um diálogo entre alunos sobre o Busto, a Bandeira e o Hino Nacional.

Por Jornal Rostos
Seguiu-se a inauguração da exposição “Republicanismo e a Primeira República em Abrantes”, patente ao público até 29 de Outubro, com uma alocução pela Presidente da Câmara que recordou o facto de Abrantes ter sido um activo centro Republicano.
Maria do Céu Albuquerque referiu que muitos dos ideais da República se mantêm na actualidade: “construir uma sociedade mais inclusiva e mais justa”. Coube a Francisco Lopes, director da Biblioteca, conduzir a visita a esta exposição que tem por base fontes documentais e apresenta uma forte componente informativa com base em artigos do centenário “Jornal de Abrantes”, periódico que surgiu afecto ao movimento e foi um instrumento de propaganda das ideias republicanas. Partindo de textos do livro “A I República em Abrantes”, de José Martinho Gaspar, a exposição faz a génese da implantação da República no concelho a partir do enquadramento nacional.
Na Praça Barão da Batalha foi realizada uma recriação da implantação da República em Abrantes. Foram recriados ambientes da época e foi reproduzida a leitura de um discurso de Ramiro Guedes e a “promessa” de Bernardino
Machado: “ Se for eleito Presidente da República, Abrantes será cidade”, com representação e leitura de Artur Marques.
Esta recriação foi realizada por elementos do “Grupo de Teatro Palha de Abrantes” e dos Agrupamentos de Escolas Manuel Fernandes e Solano de Abreu, com coordenação do Centro de Estudos de História Local. Da parte da tarde actuaram a Banda Filarmónica Alveguense e a Sociedade de Instrução Musical Rossiense.
As comemorações do Centenário da República em Abrantes vão prolongar-se pelos próximos meses, culminando com uma exposição de trabalhos de alunos dos grupos de história sobre o tema da República.
Maria do Céu Albuquerque referiu que muitos dos ideais da República se mantêm na actualidade: “construir uma sociedade mais inclusiva e mais justa”. Coube a Francisco Lopes, director da Biblioteca, conduzir a visita a esta exposição que tem por base fontes documentais e apresenta uma forte componente informativa com base em artigos do centenário “Jornal de Abrantes”, periódico que surgiu afecto ao movimento e foi um instrumento de propaganda das ideias republicanas. Partindo de textos do livro “A I República em Abrantes”, de José Martinho Gaspar, a exposição faz a génese da implantação da República no concelho a partir do enquadramento nacional.
Na Praça Barão da Batalha foi realizada uma recriação da implantação da República em Abrantes. Foram recriados ambientes da época e foi reproduzida a leitura de um discurso de Ramiro Guedes e a “promessa” de Bernardino
Machado: “ Se for eleito Presidente da República, Abrantes será cidade”, com representação e leitura de Artur Marques.
Esta recriação foi realizada por elementos do “Grupo de Teatro Palha de Abrantes” e dos Agrupamentos de Escolas Manuel Fernandes e Solano de Abreu, com coordenação do Centro de Estudos de História Local. Da parte da tarde actuaram a Banda Filarmónica Alveguense e a Sociedade de Instrução Musical Rossiense.
As comemorações do Centenário da República em Abrantes vão prolongar-se pelos próximos meses, culminando com uma exposição de trabalhos de alunos dos grupos de história sobre o tema da República.













