Escavações na Igreja do Espírito Santo em Alcácer do SalRevelam escaravelho em contexto único em Portugal
. Foi a primeira vez em Portugal que um escaravelho egípcio foi encontrado
Tem apenas dois centímetros, mas é um dos objectos mais preciosos de entre os que foram encontrados nas escavações arqueológicas que decorreram até ao final de 1010 na Igreja do Espírito Santo – Museu Pedro Nunes.
Tem apenas dois centímetros, mas é um dos objectos mais preciosos de entre os que foram encontrados nas escavações arqueológicas que decorreram até ao final de 1010 na Igreja do Espírito Santo – Museu Pedro Nunes.

Por Jornal Rostos
Foi a primeira vez em Portugal que um escaravelho egípcio foi encontrado sem ser em contexto de necrópole/sepultura, o que lhe dá um valor especial e poderá revelar informações inéditas sobre Alcácer do Sal há mais de 2.500 anos, mais propriamente de como decorria a vida numa zona portuária, frequentada por gentes vindas de muitas partes do mundo.
Este escaravelho é proveniente do Egipto e era usado como amuleto ligado à vida e à ressurreição, sendo normalmente encontrado junto de múmias. Terá chegado a Alcácer do Sal no século V a.C., pela mão de cartagineses ou gregos, que aqui vinham negociar produtos diversos e que contribuíam para a grande importância da cidade enquanto local de trocas comerciais.
Só os especialistas que agora vão estudar o objecto é que poderão decifrar as imagens gravadas e explicar o seu verdadeiro significado.
As escavações decorreram durante dois anos e revelaram, no pequeno espaço da igreja, vestígios arqueológicos que atestam uma presença contínua do século V a.C. ao século XIV e enterramentos do século XVI ao século XIX, tendo sido detectadas cerca de 60 sepulturas com espólio associado.
Todo o material vai agora ser inventariado, algum restaurado e, finalmente, musealizado para poder ser exposto ao público.
Este escaravelho é proveniente do Egipto e era usado como amuleto ligado à vida e à ressurreição, sendo normalmente encontrado junto de múmias. Terá chegado a Alcácer do Sal no século V a.C., pela mão de cartagineses ou gregos, que aqui vinham negociar produtos diversos e que contribuíam para a grande importância da cidade enquanto local de trocas comerciais.
Só os especialistas que agora vão estudar o objecto é que poderão decifrar as imagens gravadas e explicar o seu verdadeiro significado.
As escavações decorreram durante dois anos e revelaram, no pequeno espaço da igreja, vestígios arqueológicos que atestam uma presença contínua do século V a.C. ao século XIV e enterramentos do século XVI ao século XIX, tendo sido detectadas cerca de 60 sepulturas com espólio associado.
Todo o material vai agora ser inventariado, algum restaurado e, finalmente, musealizado para poder ser exposto ao público.
















