Exposição de Fotografia «150 anos de Caminhos-de-Ferro no Barreiro»Entrega de Prémios a Carla Rosado e Fernando Mota
A vencedora do Concurso de Fotografia “150 Anos de Caminhos de Ferro no Barreiro” - Carla Susana Lopes Rosado – recebeu o prémio (um cheque no valor de 1.000€ e um conjunto de livros sobre a temática ferroviária), no passado dia 29 de Janeiro, no Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC). O evento teve lugar âmbito das Comemorações da referida data, numa parceria entre a Câmara Municipal do Barreiro (CMB), REFER, CP, EMEF e Fundação do Museu Nacional Ferroviário.
O júri atribuiu, ainda, a Fernando Manuel Carvalho da Mota a Menção Honrosa (um conjunto de livros sobre a temática ferroviária).
O júri atribuiu, ainda, a Fernando Manuel Carvalho da Mota a Menção Honrosa (um conjunto de livros sobre a temática ferroviária).

Por Jornal Rostos
António Lopes, Presidente da Associação Portuguesa de Arte Fotográfica, Magda Fernandes, representante da Imagérie – Casa de Imagens, e José Santos, representante da REFER e membro da Comissão para as comemorações, integraram o júri do concurso.
No mesmo dia, foi inaugurada a Exposição de Fotografia patente ao público até ao dia 28 de Fevereiro, no piso 1, na Galeria Branca do AMAC, na qual estão expostas as fotos premiadas, bem como os trabalhos de mais 11 participantes seleccionados.
Na ocasião, o Vereador Rui Lopo, responsável pelo Planeamento, felicitou todos os artistas e em particular os premiados. Para Rui Lopo, o Barreiro é uma terra de ferrovia, com “paisagens lindíssimas”. Acrescentou, ainda, que coexistem, no Concelho, dois códigos do ponto de vista da imagem, “o Barreiro industrial e o Barreiro com paisagens naturais”.
António Lopes, um dos membros do júri, apesar de não conseguir ver a arte do ponto de vista competitivo, reconheceu que é uma forma de divulgação. Na sua opinião, um concurso “é um primeiro passo para afirmar o nosso trabalho e para chegar ao grande público”.
Elogiou a iniciativa e lembrou que o Barreiro é uma terra ligada ao caminho-de-ferro e lamentou que nalgumas regiões este já esteja esquecido. “É uma tarefa cívica lembrá-lo e uma forma de relembrarmos o nosso património”, concluiu.
No mesmo dia, foi inaugurada a Exposição de Fotografia patente ao público até ao dia 28 de Fevereiro, no piso 1, na Galeria Branca do AMAC, na qual estão expostas as fotos premiadas, bem como os trabalhos de mais 11 participantes seleccionados.
Na ocasião, o Vereador Rui Lopo, responsável pelo Planeamento, felicitou todos os artistas e em particular os premiados. Para Rui Lopo, o Barreiro é uma terra de ferrovia, com “paisagens lindíssimas”. Acrescentou, ainda, que coexistem, no Concelho, dois códigos do ponto de vista da imagem, “o Barreiro industrial e o Barreiro com paisagens naturais”.
António Lopes, um dos membros do júri, apesar de não conseguir ver a arte do ponto de vista competitivo, reconheceu que é uma forma de divulgação. Na sua opinião, um concurso “é um primeiro passo para afirmar o nosso trabalho e para chegar ao grande público”.
Elogiou a iniciativa e lembrou que o Barreiro é uma terra ligada ao caminho-de-ferro e lamentou que nalgumas regiões este já esteja esquecido. “É uma tarefa cívica lembrá-lo e uma forma de relembrarmos o nosso património”, concluiu.














