Castro de Chibanes em PalmelaEstação arqueológica da Serra do Louro classificada como Sítio de Interesse Público
O Castro de Chibanes, situado na Serra do Louro, foi classificado como Sítio de Interesse Público (SIP) pela Portaria 420/2011, publicada em Diário da República a 17 de Março.
Esta classificação vem acompanhada da delimitação de uma Zona Especial de Protecção, que pretende preservar o enquadramento natural e paisagístico e salvaguardar a existência de eventuais núcleos arqueológicos secundários e outros achados.
Esta classificação vem acompanhada da delimitação de uma Zona Especial de Protecção, que pretende preservar o enquadramento natural e paisagístico e salvaguardar a existência de eventuais núcleos arqueológicos secundários e outros achados.

Por Jornal Rostos
Considerada uma das estações arqueológicas mais representativas da região, é de grande importância para a compreensão da ocupação do nosso território, desde a pré-história.
A sua ocupação mais antiga data de há cerca de 4800 anos e constitui o único exemplo conhecido e visitável de uma fortificação calcolítica na Península de Setúbal.
Abandonado no final do Horizonte Campaniforme (há 3700 anos), foi reocupado na II Idade do Ferro (séculos III-II a. C.) e no período proto-romano (séculos II-I a. C.) pelas suas condições geo-estratégicas privilegiadas.
Os últimos trabalhos arqueológicos no local foram realizados pelo Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal, entre 1996 e 2001.
A sua ocupação mais antiga data de há cerca de 4800 anos e constitui o único exemplo conhecido e visitável de uma fortificação calcolítica na Península de Setúbal.
Abandonado no final do Horizonte Campaniforme (há 3700 anos), foi reocupado na II Idade do Ferro (séculos III-II a. C.) e no período proto-romano (séculos II-I a. C.) pelas suas condições geo-estratégicas privilegiadas.
Os últimos trabalhos arqueológicos no local foram realizados pelo Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal, entre 1996 e 2001.













