Saltar para o conteúdo
Moldura

Igreja Matriz de Santiago recebeu concertode abertura da sétima edição do Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo

A igreja Matriz de Santiago do Cacém recebeu no sábado à noite o concerto de abertura, do sétimo Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo “Terras sem Sombra” que juntou a soprano María Bayo e a orquestra barroca Divino Sospiro, sob a direcção do maestro Massimo Mazzeo.

2 min de leitura
Igreja Matriz de Santiago recebeu concerto de abertura da sétima edição do Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo

Por Jornal Rostos

Várias personalidades marcaram presença neste concerto, caso do Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Vítor Proença, Presidente da Assembleia Municipal, Ramiro Beja e a Vereadora da Cultura Margarida Santos.

O Bispo de Beja, o Governador Civil do Distrito de Setúbal também marcaram presença no concerto onde a soprano espanhola María Bayo, uma das cantoras mais conceituadas do mundo interpretou em estreia, a obra “Peregrinação Interior: Cinco Sonetos Quinhentistas para soprano e orquestra de cordas”, encomendada pelo festival ao compositor e violetista português Alexandre Delgado, que a elaborou a partir de sonetos de Luís de Camões e de outros poetas quinhentistas.

Antes do concerto, o Presidente da Câmara, Vítor Proença deu as boas vindas aos convidados e ao público em geral. O autarca sublinhou que “a Câmara Municipal de Santiago do Cacém está empenhada em valorizar o Festival Terras sem Sombra” sublinhando “a enorme cooperação com a Diocese de Beja”.
Atrair pessoas a Santiago e valorizar o nosso património cultural é desde sempre o nosso objectivo realçou o autarca.

María Bayo interpretou também, e pela primeira vez em Portugal, a cantata sacra para uma voz “Il Pianto di Maria”, uma obra do compositor italiano Giovanni Ferrandini e que durante muitos anos foi indevidamente atribuída ao compositor alemão George Frideric Handel.

No concerto, a orquestra barroca Divino Sospiro interpretou também duas obras do compositor e músico italiano Antonio Vivaldi pouco escutadas em Portugal, a sonata em mi bemol maior “Al Santo Sepolcro” e a sinfonia em si menor “Al Santo Sepolcro”.

Para o Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja, o promotor do festival, o concerto de abertura incluiu “um programa de forte tensão espiritual e poética e repleto de momentos de beleza”.

Na manhã de domingo, realizou-se na Lagoa de Santo André, uma acção que teve como objectivo dar a conhecer a importância das zonas húmidas litorais como sistemas biodiversos e produtivos, que contou com a participação de María Bayo, do Presidente da Câmara e de músicos que participaram no concerto.

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção