Prémio Internacional de Jornalismo Carlos Porto 2010 - Festival de Almada

Por Jornal Rostos
O júri, composto por Miguel Ribeiro (Presidente do Júri e adjunto da Presidente da Câmara de Almada para a comunicação), Sofia Rato (membro da direcção do Clube de Jornalistas), Nuno Góis (representante do Sindicato dos Trabalhadores do Espectáculo) e Ana Goulart (representante do Sindicato dos Jornalistas) decidiram, por unanimidade, atribuir o Prémio ao jornalista Tiago Bartolomeu Costa, do jornal Público, tendo sido reconhecida a qualidade dos textos publicados, fruto, por parte do autor, de um grande conhecimento sobre teatro e sobre o Festival de Almada, que possibilita ao leitor uma visão sobre ele abrangente e profunda. O júri decidiu também atribuir, por unanimidade, uma Menção Honrosa a Joana Emídio Marques, pela qualidade dos textos publicados no jornal Diário de Notícias.
Depois de ter instituído o Prémio Internacional de Jornalismo Festival de Almada 2008 para comemorar a 25.ª Edição do Festival de Almada, a Câmara Municipal de Almada estabeleceu, em 2009, o Prémio Internacional de Jornalismo Carlos Porto, destinado a galardoar o autor do melhor texto, ou conjunto de textos, publicados na imprensa portuguesa e estrangeira, tendo por objecto o Festival de Almada. O prémio tem o valor pecuniário de 5.000€ acompanhado de um diploma comprovativo da distinção. O júri pode decidir atribuir Menções Honrosas, sem que implique a atribuição de qualquer valor pecuniário.
Este Prémio toma o nome do falecido jornalista Carlos Porto, referência no panorama jornalístico português. Carlos Porto, pseudónimo de José Carlos da Silva Castro, nasceu no Porto em 1930 e notabilizou-se principalmente na crítica de teatro durante quase cinquenta anos, sobretudo no Jornal de Letras e no Diário de Lisboa. Um dos fundadores da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, Carlos Porto deixou obra como poeta, dramaturgo e tradutor.
O Prémio Internacional de Jornalismo Carlos Porto já teve como vencedores Manuel Sesma Sanz, crítico de teatro espanhol, e Osvaldo Obregón, professor universitário, ensaísta e crítico.













