Exposição no MontijoJoaquim Serra, poeta do amor e da liberdade
No âmbito do ciclo “Figuras da Nossa Terra”, a Câmara Municipal do Montijo abre ao público às 17h30, no dia 4 de setembro, no Museu Municipal a exposição “Joaquim Serra, o poeta do amor e da liberdade”.

Por Jornal Rostos
Continuando a dar destaque a figuras do Montijo, a exposição tem como objetivo dar a conhecer a obra e a vida do poeta montijense Joaquim Serra.
Joaquim Serra (1907-1933) distinguiu-se no meio literário como poeta, jornalista, ensaísta e livre pensador. Aos 15 anos, era uma figura da política local lutando contra a tirania e defendendo o amor à liberdade e o anticlericalismo, princípios da República que estiveram presentes na vida de Joaquim Serra.
O seu primeiro livro de poesia intitula-se “Musas da Minha Terra”. Deixou-nos, ainda “Flores e Beijos” e “Marias de Portugal”. Em prosa, escreveu as “Ruínas” e iniciou uma monografia sobre o Montijo, a “Aldegalega do Ribatejo”. Como escritor teatral, Joaquim Serra deixou-nos a revista “Coisas da Nossa Terra”, representada no Teatro do Montijo, em 1927, e uma nova versão, acrescentada e alterada, em 1928, denominada “Coisas e Loisas da Nossa Terra” e que foi um enorme sucesso.
As suas tendências para o jornalismo revelaram-se bem cedo: aos 12 anos, iniciou a escrita do jornal “A Mocidade”. Em 20 de dezembro de 1931 concretizou uma das suas aspirações ao fundar e dirigir o jornal montijense “A Ideia”.
Em 1968, em reconhecimento da sua obra, a Câmara do Montijo atribuiu o seu nome a uma rua e praceta da cidade. O seu nome foi, igualmente, dado à Escola Secundária, situada na Freguesia do Afonsoeiro.
Visite esta exposição, de segunda a sexta-feira das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30, e aproveite para conhecer melhor esta figura incontornável da cultura montijense.
Joaquim Serra (1907-1933) distinguiu-se no meio literário como poeta, jornalista, ensaísta e livre pensador. Aos 15 anos, era uma figura da política local lutando contra a tirania e defendendo o amor à liberdade e o anticlericalismo, princípios da República que estiveram presentes na vida de Joaquim Serra.
O seu primeiro livro de poesia intitula-se “Musas da Minha Terra”. Deixou-nos, ainda “Flores e Beijos” e “Marias de Portugal”. Em prosa, escreveu as “Ruínas” e iniciou uma monografia sobre o Montijo, a “Aldegalega do Ribatejo”. Como escritor teatral, Joaquim Serra deixou-nos a revista “Coisas da Nossa Terra”, representada no Teatro do Montijo, em 1927, e uma nova versão, acrescentada e alterada, em 1928, denominada “Coisas e Loisas da Nossa Terra” e que foi um enorme sucesso.
As suas tendências para o jornalismo revelaram-se bem cedo: aos 12 anos, iniciou a escrita do jornal “A Mocidade”. Em 20 de dezembro de 1931 concretizou uma das suas aspirações ao fundar e dirigir o jornal montijense “A Ideia”.
Em 1968, em reconhecimento da sua obra, a Câmara do Montijo atribuiu o seu nome a uma rua e praceta da cidade. O seu nome foi, igualmente, dado à Escola Secundária, situada na Freguesia do Afonsoeiro.
Visite esta exposição, de segunda a sexta-feira das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30, e aproveite para conhecer melhor esta figura incontornável da cultura montijense.













