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BARREIRO- BIBLIOTECA CONVIDAApresentação de livro, palestra, ateliê, contos e cinema neste fim-de-semana

A programação da Biblioteca ConVida, promovida pela Câmara Municipal do Barreiro, prossegue logo à tarde, pelas 15h00, com a Palestra “Há vida para além do Google…” por Maria Luz Antunes, na sala multiusos.

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BARREIRO- BIBLIOTECA CONVIDA Apresentação de livro, palestra, ateliê, contos e cinema neste fim-de-semana

Por Jornal Rostos

Para amanhã, sábado, 13 de abril, estão previstas atividades para toda a família.
O Ateliê "A Arte em Papel" será desenvolvido por um grupo de mães de alunos a frequentar escolas do Barreiro, no período da manhã, na Sala Multiusos.

A Sala do Conto recebe "O Pintor e o Pássaro" seguido de um ateliê dinamizado por Carina Santa Bárbara, pelas 10h30.

A Sessão de cinema "Pink Panther Cartoons" está agendada para as 11h00, no Auditório. A iniciativa tem a parceria do Cineclube do Barreiro.

No período da tarde, pelas 15h00, têm lugar as Histórias dos Clássicos com "Pedro e o Lobo", de Sergei Prokofiev, na Sala do Conto. Dramatização pelo som, sob a direção de Manuel Gonçalves.

No âmbito do Ciclo Cinema Cineclube será exibida a primeira sessão do filme: "Até Amanhã Camaradas", pelas 16h00, no Auditório.

Apresentação do livro "Angola 1970 - Chanas de Liberdade”

Pelas 17h45, tem lugar a apresentação do livro "Angola 1970 - Chanas de Liberdade", da autoria de Francisco do Ó Pacheco, na Sala Multiusos.

Em declarações à Agência Lusa, Francisco do Ó Pacheco define a sua obra. «Trata-se de um romance histórico vivido nos dois lados da guerra colonial…»
A escolha do ano de 1970 não foi ocasional: «É o ano da morte de Oliveira Salazar, em que recrudesceu a luta antifascista em Portugal, apareceu a ação revolucionária armada do Partido Comunista Português e é quando os três dirigentes dos movimentos de libertação são recebidos no Vaticano pelo Papa», explicou Francisco do Ó Pacheco.

Segundo excerto do livro:
Mas o tempo de Zacarias Luau e dos seus companheiros era o tempo dos nobres ideais, da luta pela libertação do seu país e do seu povo e para tanto haveria que fazer a guerra aos portugueses, que ainda colonizavam o seu território. Já lá iam quase quinhentos anos de escravidão, de matança, de tortura, que oprimiram milhões e milhões de angolanos, ao longo da história. E para fazer a guerra eram indispensáveis armas e munições, de que a frente de combate do rio Cassai, do MPLA, precisava, como de pão para a boca. E para tal, era preciso recorrer aos seus amigos zambianos, rapidamente.

Fonte - CMB

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