Portucalense restaura mais de 3 mil documentos entre a Idade Média e Séc. XIX
São mais de 3 mil os documentos, datados desde o período da Idade Média até ao século XIX, pertencentes ao arquivo particular da Casa Mota Prego, em Guimarães, que vão ser recuperados pelos alunos do 3º ano da licenciatura em Conservação e Restauro da Universidade Portucalense (UPT), em conjunto, com a Clínica de Conservação e Restauro daquela instituição.
Por Jornal Rostos
Do total destes documentos, um terço será conservado e restaurado até ao final do segundo semestre do ano letivo 2012/2013 e os restantes ficarão a cargo dos alunos do próximo ano, permitindo assim que os alunos da UPT tenham a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos que adquiriram ao longo da sua formação.
O arquivo, que contém documentos de grande interesse para a cidade de Guimarães, ficará, brevemente, disponível ao público numa das casas que a família tem naquela cidade.
“Este projeto é enriquecedor, não só por termos a oportunidade de poder recuperar testemunhos do passado, mas também porque realça a importância da conservação e do restauro no nosso vasto património, o qual só é possível com destreza e através da aplicação de técnicas específicas” afirma Eduardo Morete, aluno da licenciatura em Conservação e Restauro da UPT.
Não é a primeira vez que a UPT contribui para a conservação e o restauro de obras emblemáticas do nosso património.
A intervenção em 16 pinturas das décadas de 60 e 70, da autoria dos pintores Joaquim Pinto Vieira, Rosa Ramos, José Bizarro, Isabel Sampaio, Graça Morais e Rodrigo Cabral, no teto da capela-mor da Igreja Matriz de Soalhães, no Marco de Canaveses e no retrato de Aurélia de Souza são apenas alguns dos exemplos.
O arquivo, que contém documentos de grande interesse para a cidade de Guimarães, ficará, brevemente, disponível ao público numa das casas que a família tem naquela cidade.
“Este projeto é enriquecedor, não só por termos a oportunidade de poder recuperar testemunhos do passado, mas também porque realça a importância da conservação e do restauro no nosso vasto património, o qual só é possível com destreza e através da aplicação de técnicas específicas” afirma Eduardo Morete, aluno da licenciatura em Conservação e Restauro da UPT.
Não é a primeira vez que a UPT contribui para a conservação e o restauro de obras emblemáticas do nosso património.
A intervenção em 16 pinturas das décadas de 60 e 70, da autoria dos pintores Joaquim Pinto Vieira, Rosa Ramos, José Bizarro, Isabel Sampaio, Graça Morais e Rodrigo Cabral, no teto da capela-mor da Igreja Matriz de Soalhães, no Marco de Canaveses e no retrato de Aurélia de Souza são apenas alguns dos exemplos.













