Cláudia Ramos está a transformar a zona industrial do Barreiro num território artístico.«Da Fábrica Que Desvanece à Baía do Tejo»

Por Jornal Rostos
Refere a noticia que Cláudia, uma artista plástica que trabalha sobretudo em fotografia, decidiu apresentar um projeto à Fundação Calouste Gulbenkian. «Criei uma associação, a Casinfância, que trabalha para levar a arte contemporânea a sítios improváveis.»
O seu projecto, refere-se, vai começar pela ruína industrial do Barreiro, todo o território da antiga CUF agora transformado em Baía do Tejo, um parque empresarial nas antigas instalações da CUF.
É salientado que até setembro, seis artistas estarão a cumprir ali uma residência artística, em áreas de escultura, desenho, fotografia e instalação sonora.
Segundo a «Noticias Magazine», para além de Cláudia Ramos, participam Ricardo Jacinto, António Bolota, Valter Ventura, Martinha Maia e João Serra, nomes fortes da nova geração das artes plásticas.
No final do verão, refere-se, haverá um novo percurso artístico na zona, que desembocará no Museu Industrial do Barreiro.
O projecto chama-se «Da Fábrica Que Desvanece à Baía do Tejo». A memória constrói-se todos os dias.













