Moita - Debate «A Arte e a Espiritualidade»“Há sempre um lado invisível da emoção”
Um debate animado, aberto, com espaço para «gestão» das diferenças, sem dogmas, mas deixando as ideias «soltarem-se» do seu «casulo» onde afinal o artista cria as formas, as cores e se afirma como «sendo o verbo».

Por Jornal Rostos
Fátima Romão, sublinhou a importância da arte enquanto fenómeno que contribui para “dar visibilidade às emoções”, referindo que “há sempre um lado invisível da emoção”.
No decorrer da sessão forma diversos os temas abordados da «filosofa» à «ciência», da “religiosodade» ao «social», procurando a artista plástica motivar um debate, que foi vivo e envolveu os presentes na sessão.
A experiência do sentir
“A experiência do sentir” e a sua relação com o “que pensamos”, entre aquilo que se define como “objectividade» e «subjectividade», o conflito entre “o bem» e «o mal», que se traduz, através da arte, como “exigência» de transmitirmos a “inquietude aprisionada» no nosso «absoluto silêncio».
Falou-se de «espiritualidade» e de como a «arte» podem ser equacionada como «inspiração divina», numa vivência da «introspecção» do artista que emerge na sua «criatividade».
Troca de opiniões divergentes
Falou-se da «acção», do «caos», de «energia», num diálogo em que foram trocadas opiniões divergentes – de quem sente a arte como um campo de expressão das suas crenças, ou de quem sente a arte como reflexo de lutas sociais.
Um debate animado, aberto, com espaço para «gestão» das diferenças, sem dogmas, mas deixando as ideias «soltarem-se» do seu «casulo» onde afinal o artista cria as formas, as cores e se afirma como «sendo o verbo».













