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Moldura

Exposição Velho Sol de Paulo Brighenti em AlmadaDesenhos que são pinturas mas também são esculturas.

. Na Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea de 15 de junho a 2 de setembro

A Casa da Cerca apresenta a exposição Velho Sol, de Paulo Brighenti, artista convidado para a criação do cartaz da 35.ª edição do Festival de Almada.

2 min de leitura
Exposição Velho Sol de Paulo Brighenti em Almada Desenhos que são pinturas mas também são esculturas.

Por Jornal Rostos

Desde 1999, que a Casa da Cerca e o Festival de Almada são parceiros na realização de uma exposição dedicada ao artista responsável pela conceção da imagem do festival.
A exposição inaugura a 15 de junho, dia da apresentação do programa do festival ao público, que terá lugar na Casa da Cerca.
A exposição Velho Sol estará patente na Galeria do Pátio, Capela e Cisterna da Casa da Cerca até 2 de setembro de 2018.

«Nesta exposição, [Paulo Brighenti] apresenta uma série de desenhos que são pinturas mas também são esculturas. Placas de gesso tintado com inscrições escavadas no molde feito de barro. Molde esse que morre para que a obra possa nascer. Apresenta ainda uma grande tela que norteia a exposição bem como um conjunto de figuras escultóricas que povoam por vários espaços da Casa da Cerca.»*
Filipa Oliveira, programadora e curadora de Artes Visuais do Município de Almada
*Excerto retirado da folha de sala da exposição Velho Sol

PAULO BRIGHENTI (Lisboa, 1968) vive e trabalha em Lisboa e expõe regularmente desde a década de 1990. Entre as exposições individuais destacam-se: Três Estações Nocturnas, Galeria Baginski (2018); Père, Centro Cultural Português, Luxemburgo (2017); Pai, Travessa da Ermida, Lisboa (2917); Skiin, Nässjö Konstall, Nässjö, Suécia (2015); Pó, Fundação Carmona e Costa, Lisboa; Pó, Rooster Gallery, Nova Iorque, EUA (2014); A Grande Fogueira, Appleton Square, Lisboa.

Das exposições coletivas destacam-se: Germinal, Obras na Coleção EDP, Galerias Municipais do Porto (2018); Obras na Coleção da CML, Cordoaria Nacional, Lisboa (2018); O que eu sou, MAAT, Lisboa (2017); Animalia e Natureza na Colecção do CAM, Centro de Arte Moderna — FCG, Lisboa (2015); Sincronias: Artistas Portugueses na Colecção António Cachola, MEIAC, Badajoz (2013). Em 2002 ganhou o Prémio Revelação Fundação Arpad Szenes — Vieira da Silva, Lisboa.

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