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Seixal - Galeria Municipal de CorroiosExposição Coletiva de Pequeno Formato da ARTES
. De 22 de novembro a 10 de janeiro

A Galeria Municipal de Corroios vai receber, de 22 de novembro a 10 de janeiro, a Exposição Coletiva de Pequeno Formato da ARTES – Associação Cultural do Seixal, tendo como mote: «Revisitar o concelho.»

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Seixal - Galeria Municipal de Corroios Exposição Coletiva de Pequeno Formato da ARTES . De 22 de novembro a 10 de janeiro

Por Jornal Rostos

Esta mostra, que se realiza desde 2002 e que conta com o apoio do município, tem como principais objetivos a promoção, divulgação e valorização da arte, dos artistas do concelho e das suas obras, espelhadas na diversidade de estilos, correntes, tendências, técnicas, gostos, imaginários e expressões, procurando também o encontro dos artistas com a comunidade e a divulgação da identidade local.

Paulo Silva, presidente da Câmara Municipal do Seixal, congratula-se com a realização de mais uma edição deste evento cultural: «Esta iniciativa tem-se afirmado como um projeto de referência nas vertentes artística e cultural. A autarquia entende a liberdade como um exercício exigente e integral; a prática artística como um diálogo com o património da humanidade; a obra artística como uma expressão da nossa experiência e posição no mundo e como uma função e manifestação de liberdade criativa. A arte como um projeto de participação, de partilha, bem como uma possibilidade de transformação, na certeza de que um mundo melhor é feito com arte. Por tudo isto, saudamos os artistas e a ARTES – Associação Cultural do Seixal por este trabalho coletivo único de décadas e o público visitante.»

Na sinopse da exposição, lê-se: «Quando tudo muda, quando já nada é o que foi, que significado tem a palavra “revisitar”? Voltar ao real passado? Voltar ao real reconstruído? Revisitar é isso mesmo: construir com aquilo que nos resta, com os fragmentos da memória, uma simulação emocional daquilo que foi. Então, e porque esse revisitar é em parte simulado, encontramo-nos (porque não?) nos caminhos da arte. Só que, aqui, a fraude é assumida naquilo que apela à simulação. Aqui, a revisitação é construída através das cores e das formas que não conseguimos impedir que transbordem de nós. Revisitamos, revisitamo-nos. Assim, a fingir.»

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