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25º Festival de AlmadaJoão Vieira é a personalidade homenageada este ano pelo Festival

O 25º Festival de Almada decorre em 15 diferentes espaços de Almada e Lisboa.

O programa de exposições do Festival inclui uma mostra sobre “Che! Mito e Revolução”, organizada pela Câmara Municipal de Almada em co-produção com o Californian Museum of Photography e “212 – Berlim”.

O Festival abre com uma produção de dança da CulturArte, de Moçambique, dirigida por Panaibra Gabriel, um dos coreógrafos destacados do continente Africano.

O Berliner Ensemble, a mais célebre companhia de teatro da Alemanha, fundada por Bertolt Brecht e Helene Weigel em 1949, estará presente na 25ª edição do Festival de Almada, que se realiza este ano, como habitualmente, entre 4 e 18 de Julho.

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25º Festival de Almada João Vieira é a personalidade homenageada este ano pelo Festival

Por Jornal Rostos

O Berliner apresentará uma das suas produções recentes que obtiveram maior êxito: Peer Gynt, de Henrik Ibsen, com direcção de Peter Zadek. A realização do espectáculo, a mais dispendiosa produção até hoje programada pelo Festival, tornou-se possível graças a um apoio financeiro especial concedido pelo Grupo Esphera, patrocinador regular do Festival e do Teatro Municipal de Almada.
O Berliner Ensemble, instalado, desde o ano da sua fundação, na então denominada República Democrática Alemã, no Wolfgang Langhoff’s Deutsches Theater, passou em 1954 para o Theater am Schiffbauerdamm, e ganhou rapidamente uma fama mundial. Entre os grandes nomes do teatro que ajudaram Brecht na criação do seu projecto ou que com ele estudaram e se iniciaram contam-se encenadores como Benno Besson, Egor Monk, Peter Palizsch ou Manfred Wekwerth, cenógrafos com um trabalho capital na criação plástica como Caspar Neher e Karl von Appen ou compositores musicais como Paul Dessau e Hans Eisler. Depois da morte de Brecht em 1956 o teatro foi, durante longos anos, dirigido pela sua viúva, a grande actriz Helene Weigel. A importância desta companhia a nível mundial foi enorme, influenciando todo o teatro do século XX.
Peter Zadek (nascido na Alemanha em 1926) faz os seus estudos teatrais em Londres e aí apresenta os seus primeiros espectáculos, estreando-se no seu país natal em 1958. Entre 1992 e 1994 fez parte da direcção do Berliner Ensemble. Em 2007 foi-lhe atribuído, ex-aequo com Robert Lepage, o Prémio Europa de Teatro, anteriormente concedido a grandes criadores como Peter Brook ou Ariane Mnoushkine, mas Zadek, personalidade polémica, não se apresentou para recebê-lo. Considerado internacionalmente como um dos grandes criadores teatrais do nosso tempo, Zadek estreou “Peer Gynt” no Berliner Ensemble em 2004, e nesse ano apresentou o espectáculo no Festival de Edimburgo, onde obteve um enorme sucesso. È a primeira vez que um trabalho de Peter Zadek é apresentado em Portugal.
“Peer Gynt”, um longo poema escrito em 1876, é um dos textos míticos do teatro ocidental e Ibsen, o grande dramaturgo norueguês seu criador, considerava-o irrepresentável. A adaptação do texto, que ele próprio fez para o palco, viria a tornar-se, no entanto, um grande sucesso, e a ser considerada uma obra-prima da literatura escandinava.

TRAGÉDIA CLÁSSICA FRANCESA

Além da referida produção alemã a programação de espectáculos estrangeiros de 2008 integra um conjunto vasto de criações, da responsabilidade de nomes sonantes do teatro internacional.
A tragédia clássica francesa tem um lugar destacado nesta edição com a apresentação do célebre “Le Cid” de Corneille (Teatro Nacional D. Maria II) e “Hippolyte”, de Robert Garnier (Teatro Municipal de Almada). Robert Garnier (1544 – 1590) escreveu esta obra em verso a partir do texto de Eurípedes em 1573 (cem anos antes de “Fedra”, de Racine) e desta forma pode ser considerado o pai da tragédia clássica francesa, que viria a ter em Corneille e Racine os seus expoentes principais.
O encenador do espectáculo, Robert Cantarella, é um dos nomes mais importantes do teatro francês contemporâneo. Na interpretação do espectáculo participa também o encenador e actor Frédéric Fisbach, que foi o criador associado do Festival de Avignon de 2007. Cantarella e Fisbach são também directores do Espaço 104, um grande centro de artes e cultura este ano instalado em Paris.
É a primeira vez que a tragédia de Garnier é representada em Portugal e é também a primeira vez que o público português tem a oportunidade de assistir a um espectáculo dirigido por Robert Cantarella, que, assim, se junta a um largo grupo de criadores que o Festival de Almada apresentou ao público português e que inclui nomes como Roger Planchon, Dennis Marleau, Thomas Ostermaier, Luc Bondy, Theodoros Terzopoulos, Bernard Sobel, Jacques Nichet, Alain Ollivier, Rafael Spregelburd, Joseph Szajna, Corin Redgrave, Edward Fox, Georges Lavaudant, Jaime Lorca, Fadel el Jahibi ou Oskaras Korsunovas, entre outros.
“O Cid” é, por seu turno, um dos mais célebres e representados textos de Corneille (1606-1684). O autor inspirou-se no período das guerras entre a França e a Espanha, que deu origem à criação da Fronda, movimento aristocrático que punha em causa o carácter absoluto do poder real e a nascente concepção de um Estado centralizado e forte, que vem encontrar a sua plena realização com Luís XIV. Questões como a da honra e a da afirmação da individualidade perante as normas sociais e o poder alimentam os temas deste poema dramático de Corneille, e conduzem ao seu desfecho trágico.
O espectáculo foi produzido pelo “Théâtre Gerard Philipe de Saint-Dennis”, de que Alain Ollivier foi director até ao fim de 2007 e estreado em Outubro desse ano. Alain Ollivier, um grande actor e encenador esteve recentemente em Portugal onde dirigiu, com a Companhia de Teatro de Almada, “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa.
A programação do Festival de Almada 2008 inclui ainda outras relevantes produções. A encenadora espanhola Ana Zamora apresenta, numa co-produção com Festival com o Teatro da Cornucópia, um dos espectáculos recentes de maior êxito em Espanha: “Mistério del Cristo de Los Gascones”, considerado para o Jornal “El Mundo” a melhor criação espanhola deste ano. Ana Zamora apresentou no Festival de 2005 a obra “Auto de los Quatro Tiempos”.
Especializada no teatro clássico e na música antiga, Zamora tem realizado um intenso trabalho de investigação em torno do teatro renascentista, “O Cristo de Los Gascones” consiste na encenação de uma cerimónia litúrgica de Segóvia. O espectáculo combina o trabalho dos actores com o teatro de títeres.
De Itália vem uma nova produção de Spiro Scimone, um dramaturgo e autor já conhecido do público português e que é, hoje, uma das figuras de referência do teatro do seu País. “La Busta” é uma história que fala de abusos, descriminação e violência. É um dos espectáculos a apresentar no Palco Grande da Escola D. António da Costa e encerrará o festival a 18 de Julho.
“Un conte mineur”, de Sidonie Han e Laurine Schott, que venceram em França o prémio « Paris – Jeunes Talents 2007 », é uma história sobre mineiros, contada através de marionetas.
O Théâtre des Halles, de Avignon, apresenta “O dia em que Nina Simone deixou de cantar”, interpretado pela actriz de teatro e cinema libanesa Darina Al Joundi.
O espectáculo conta a história de uma adolescente na sua vida quotidiana no Líbano, com os conflitos familiares e sociais inerentes às condições de um país em estado de guerra e em acentuado debate religioso. Darina Al Joundi nasceu em Beirute em 1960 e é actriz desde os oito anos de idade. É também encenadora e realizadora de curtas-metragens.
De Saragoça vem a Companhia PAI, fundada por Oswaldo Felipe. “En la lengua floja”, o espectáculo aragonês, é uma mistura de circo com palavras. O espectáculo usa jogos de palavras, em que Oswaldo Felipe é especialista, manejando a língua e integrando-a num discurso lúdico, em que intervêm diversas componentes cénicas.
De Cuba vem o Teatro d’Dos, um dos grupos mais destacados daquele País, fundado e dirigido por Julio César Ramires. A peça de Abelardo Estorino, retrata uma família cubana dos anos 60 e evoca o ambiente de uma pequena aldeia de província. É um relato a partir da perspectiva actual dos filhos desta geração, que se interroga sobre os acontecimentos-chave daquela época.

ESPECTÁCULO DE HONRA: “GULLIVER”, DE JAIME LORCA

O Festival abre com uma produção de dança da CulturArte, de Moçambique, dirigida por Panaibra Gabriel, um dos coreógrafos destacados do continente Africano. Intitulado “Dentro de mim outra ilha”, o espectáculo alude à relação entre o ser social e o indivíduo, num quadro marcado pelos graves acontecimentos sociais e catástrofes naturais. O espectáculo já foi apresentado em Maputo, Paris, Tunes, Roma, Pescara, Berlim, Hamburgo, Barcelona, Biarritz, Amesterdão, etc.
Finalmente, refira-se o Espectáculo de Honra de 2008: “Gulliver”, de Jonathan Swift, na encenação (e interpretação) de Jaime Lorca, que foi apresentado no Festival em 2007 e votado maioritariamente pelo público para ser repetido este ano, de acordo com a tradição do Festival.
“Gulliver”, uma narrativa sobre a viagem da personagem célebre criada por Swift, é uma reflexão simultaneamente descarada e terna sobre a nossa sociedade actual. Antigo director da companhia chilena La Troppa, que apresentou, com grande êxito vários espectáculos no Festival, Jaime Lorca, que desenvolve um teatro minimalista com o recurso à representação e às marionetas, é um dos grandes criadores da América Latina e, actualmente, uma figura obrigatória nos grandes eventos culturais em todo o Mundo, tendo, designadamente, obtido um grande sucesso no quadro da programação oficial do Festival d’Avignon.

SETE ESTREIAS PORTUGUESAS

A programação de espectáculos portugueses é marcada, este ano, pela estreia absoluta de sete criações, o maior número até agora registado no Festival.
Em colaboração com o Instituto Franco-Português o Festival apresenta, nesta sala de Lisboa, um ciclo dos Artistas Unidos intitulado ”Isto não é um concurso”, no qual se inclui a realização cénica de três textos de outros tantos jovens autores portugueses: Ana Mendes, Inês Leitão e Luis Mestre.
O texto de Ana Mendes (Tomar) intitula-se “O Lago” e alude a uma aldeia com um ambiente denso, húmido, e movediço, com prostitutas, um casal de doentes, cavalos agonizantes e pássaros de lata a cortar os céus. A peça de Inês Leitão (Lisboa, 1981) tem o título “Última história de Werther” e aborda uma história de amor incestuoso entre uma mãe e um filho. “Numa certa noite”, de Luís Mestre (Porto, 1974) trata do drama de uma família que se desmorona quando o pai, ausente, resolve um dia regressar a casa para jantar e nunca mais partir. Os encenadores são respectivamente João Rodrigues, João Meireles e António Simão.
Em co-produção com a Culturgest, “Gengis entre os pigmeus”, do grupo Fora de Cena, com direcção de Pedro Marques, é outra das estreias do Festival. O texto, de Gregory Motton é uma farsa ao jeito do “Ubu” de Jarry e integra uma trilogia dedicada ao consumismo e à perda de identidade. Gregory Motton (Londres, 1961) é uma vez voz viva e original do teatro contemporâneo e a sua obra caracteriza-se por um estilo poético e satírico.
No Teatro Maria Matos, em co-produção deste teatro com o Festival de Almada, o ALKANTARA-FESTIVAL e Devir/Capa e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, estreia-se “A Festa”, de Filipe Homem Fonseca, Nelson Guerreiro e Tiago Rodrigues. Baptizados, casamentos, aniversários e até funerais. As festas como momentos em que se repetem gestos, rituais, e se assumem personagens. A natureza humana na sua faceta mais teatral.
Luís Madureira, cantor e actor, e o músico Jeff Cohen estão envolvidos em duas criações no Festival. A primeira, em co-produção com o São Luiz Teatro Municipal chama-se “Luís Madureira Canta Barbara” e evoca o universo tradicional da canção francesa, recriado por aquela cantora. A segunda é uma produção da Companhia de Teatro de Almada e integra uma selecção de canções de compositores que colaboraram com Brecht: Kurt Weill, Paul Dessau e Hans Eisler, além de outros.
Teresa Gafeira acompanha Luís Madureira neste projecto, uma vez mais sob a direcção musical de Jeff Cohen. A tradução dos poemas é da autoria de Yvette Centeno.
A programação portuguesa inclui ainda “Stabat Matter”, de António Tarantino, uma produção dos Artistas Unidos com direcção de Jorge Silva Melo e na qual a actriz Maria João Luis tem uma brilhante interpretação, que lhe valeu o prémio da Crítica: “Quarto interior”, de Circolando; “A Força do Hábito”, a partir de Thomas Bernhard, com encenação de Mónica Calle e produção da Casa Conveniente; “Hóspedes indesejados”, com direcção de João Mota pela Comuna; e “On the Road”, de Carlos J. Pessoa, pelo Teatro da Garagem.

ANULADO O ESPECTÁCULO DE PAULO RIBEIRO

Por lesão de uma bailarina ocorrida no último ensaio, o espectáculo “Feminine”, com direcção de Paulo Ribeiro, que estava anunciado para o Grande Auditório da Culturgest no dia 11 de Julho, teve de ser anulado, uma vez que não é possível substituir o referido elemento.
A data da comunicação da Companhia Paulo Ribeiro, 19 de Junho, com toda a programação já impressa, torna impossível a alteração dos materiais de divulgação distribuídos, pelo que agradecemos a inclusão desta informação em eventuais materiais publicados sobre o Festival de Almada 2008.

JOÃO VIEIRA, A PERSONALIDADE HOMENAGEADA

O pintor e cenógrafo João Vieira é a personalidade homenageada este ano pelo Festival e é também o autor do poster do 25º Festival. Trata-se da segunda vez que um cenógrafo é distinguido no Festival, tendo sido Mário Alberto o primeiro a receber este galardão. João Vieira, um nome cimeiro das artes plásticas portugueses, tem sido também cenógrafo, figurinista e inclusivamente encenador.

EXPOSIÇÕES

O programa de exposições do Festival inclui uma mostra sobre “Che! Mito e Revolução”, organizada pela Câmara Municipal de Almada em co-produção com o Californian Museum of Photography e “212 – Berlim”. A exposição, apresentada em cidades como Nova Iorque, Londres, Amesterdão, Milão e Barcelona, foi criada em torno da célebre fotografia “Guerrillero heroico”, da autoria de Albert Korda, e nela participam vátios artistas como Vik Muniz, Ruben Ortiz Torres, Martin Parr e Marcos Lopez.
A exposição dedicada à obra plástica de João Vieira intitula-se “Não Pintura” e inclui vários trabalhos que se distribuem por três salas da Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea.
Na galeria do Teatro Municipal está patente uma exposição da pintora e cenógrafa polaca Malgorzata Zak intitulada “O mistério do espaço”.
Na Escola D. António da Costa duas grandes exposições: uma, documental, dedicada à vida e à obra de João Vieira e outra sobre o Festival de Almada, no ano em que atinge a sua 25ª edição.
No Foyer e na Livraria do Teatro Municipal de Almada pode ver-se uma exposição sobre Peter Zadek, com fotos de Gisela Scheidler, organizada em colaboração com Akademie der Künste e comissariada por Jenny Baese.

COLÓQUIOS E DEBATES

Os tradicionais Encontros da Cerca, encontros internacionais de reflexão sobre várias áreas, continuam este ano com dois temas. O primeiro, relativo ao papel presente e às perspectivas de futuro dos Festivais de Teatro, é organizado em colaboração com o Instituto Internacional de Teatro Mediterrâneo e tem a participação de vários directores de festivais portugueses e estrangeiros. O segundo, com o tema “Corpos em palco e práticas cénicas” é organizado em colaboração com a Associação Portuguesa de Críticos de Teatro e integra a participação de críticos teatrais da Bulgária, Inglaterra, Sérvia, França, Japão, Escócia, Eslováquia, Turquia, Espanha e Portugal.
Na Esplanada da Escola D. António da Costa há, também, um conjunto de colóquios com artistas responsáveis pelos vários espectáculos apresentados.

PRÉMIO INTERNACIONAL DE JORNALISMO

Para comemorar a 25ª edição do Festival a Câmara Municipal de Almada institui o Prémio Internacional de Jornalismo Festival de Almada, no valor de 5.000,00 €. O prémio será entregue ao autor do melhor texto publicado sobre o Festival de Almada na Imprensa portuguesa e internacional até ao dia 30 de Outubro de 2008. Um júri constituído por representantes de várias instituições decidirá nesta data o vencedor e o Prémio terá de ser obrigatoriamente atribuído. Os textos serão avaliados independentemente do género jornalístico em que se inscrevem, podendo tratar-se de reportagens, crónicas, artigos, comentários, inquéritos, estudos, ou outros textos que tenham por objecto o Festival de Almada, ou a sua história.

25 ASSINATURAS PARA 25 JOVENS

O Festival de Almada oferece este ano 25 assinaturas aos primeiros 25 jovens nascidos entre 4 e 18 de Julho de 1984 que as solicitarem, fazendo prova da data de nascimento. É outro acto comemorativo da 25ª edição.

ESPAÇOS DO FESTIVAL

O 25º Festival de Almada decorre em 15 diferentes espaços de Almada e Lisboa. Em Almada os espectáculos e actos complementares realizam-se na Sala Principal, na Sala Experimental, e na Sala de Ensaios do Teatro Municipal de Almada; no Palco Grande e no Palco da Esplanada da Escola D. António da Costa; no Fórum Romeu Correia; e na Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea.
Em Lisboa o Festival de Almada decorre no Teatro Nacional D. Maria II; no Pequeno Auditório da Culturgest; na Sala Principal e no Jardim de Inverno do São Luiz Teatro Municipal; no Teatro do Bairro Alto / Cornucópia; no Teatro Maria Matos; no Auditório do Instituto Franco-Português; e na Casa da América Latina.

APOIOS

Para além do já referido apoio do Grupo Esphera à apresentação do Berliner Ensemble no TMA, esta edição do Festival conta com o apoio destacado do programa CulturesFrance (através do Instituto Franco-Português), da Embaixada de Espanha, da Embaixada de Cuba, da empresa SOV, da empresa Ricard Pernod, do Turismo de Lisboa, da Casa da América Latina, da Renault Beira Rio, da Transtejo/Soflusa, e das Juntas de Freguesia de Almada.
Os patrocinadores principais, além da Câmara Municipal de Almada, co-organizadora do evento, foram o Ministério da Cultura e a Região de Turismo de Setúbal / Costa Azul.

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