Fátima Madruga expõe na Biblioteca de Palmela“Portugal Intemporal”
Por Jornal Rostos
Homenagem ao «lugar sustentável, optimista e solidário, a preservar», “Portugal Intemporal” é a primeira exposição da artista em Palmela, onde reside.
Natural de Santa Luzia do Pico, Açores, onde nasceu em 1955, Fátima Madruga começou por escrever do diário faialense “O Telégrafo” até encontrar o mundo das artes plásticas, onde se iniciou na gravação em marfim (scrimshaw), forma de artesanato utilizada pelos baleeiros. Após 20 anos de gravação, que a tornaram conhecida a nível internacional, a artista resolveu dedicar-se a um sonho antigo, a pintura. Hoje, expõe com regularidade e acumulou alguns prémios ao longo da sua carreira. Foi cronista da RDP. Paralelamente, dedica-se à escrita e alimenta uma grande paixão pela filosofia, pedagogia, ecologia e por Palmela, onde reside há 25 anos.













