Grupo de Teatro Projéctor - BarreiroEstreia a 12ª Produção "A Maluquinha" de André Brun
Este novo trabalho do PROJÉCTOR é encenado por Luciano Barata e Abilio Apolinário.

Por Jornal Rostos
"A Maluquinha" a nova produção do Projéctor Teatro, estreia nos "Franceses"a 28 Março. "A Maluquinha" de André Brun, uma comédia escrita nos princípios do Sec XX, mas adaptada aos nossos dias, pois o tema é mais que actual.
A Estreia é dia 28 de Março nos Franceses e vai estar em cena até 9 Maio e depois no AMAC 16 e 17 também de Maio.
"A Maluquinha de Arroios"
"A Maluquinha de Arroios", título original, é a célebre comédia de André Brun. Baltasar Esteves, o "Esteves do Bacalhau" fez fortuna ao balcão, a vender bacalhau. É casado com a Capitolina e tem um filho que é poeta e uma filha, que lá conseguiu casar com um visconde.
Baltasar Esteves é também dono de vários prédios em Lisboa, entre os quais um, em Arroios, onde vive Alzira de Meneses, a quem todos chamam "a Maluquinha".
Alzira de Meneses, para além de ser um pouco destrambelhada é também uma mulher deslumbrante por quem todos os homens perdem a cabeça.
Sinopse
“A maluquinha”
Baltasar Esteves, um homem que fez fortuna ao balcão a vender bacalhau, grão e batatas, por isso lhe chamam o "Esteves do Bacalhau", é casado com Capitolina e tem um filho e uma filha. O filho é um poeta e a filha lá conseguiu casar com um tal Sr.Visconde.
Baltasar Esteves é também dono de vários prédios em Lisboa, entre os quais um em Arroios, onde vive Alzira de Meneses, a quem todos chamam "a maluquinha”, uma jóvem que tem um papagaio e um macaco cujas excentricidades levam os vizinhos a apresentarem queixa na polícia. Alzira de Meneses, para além de ser um pouco destrambelhada é também uma mulher deslumbrante por quem todos os homens perdem a cabeça.
E isso vai acontecer ao Baltasar, ao filho e ao genro.
Para aumentar a confusão e as trapalhadas, há ainda a D. Perpétua, manicura, calhandreira e alcoviteira; Aniceto Abranches, um procurador romântico; o pai da maluquinha, um estroina do pior; a mãe da maluquinha, meia louca, meia apaixonada, vários criados e ainda um macaco que se enfurece quando chove.
Retirado do negócio do bacalhau e tendo sido sempre “um escravo do dever”, Baltasar Esteves, arrisca a primeira escapadela em casa da “Maluquinha”. Casa onde lhe aparece uma pessoa de família em cada canto!... Entretanto, vamos descobrindo “sonetos em verso”,flores , latas de macarronete e amores anónimos que demoram a desvendar-se provocando suspiros, paixões e cenas de ciúmes.
Enfim, ingredientes bastantes para termos uma peça muito divertida.
Luciano Barata
Ficha Técnica
Actores
Carina Antunes
Cláudia Monteiro
Elsa Barata
João Cruz
João Glória
João Matos
José Miguel
Lara Nayr
Lília Pinto
Manuel Gonçalves
Pedro Vasques
Risete Dias
Tania Pacheco
Apoio de Palco
Manuel Graça
Luz e Som
Vitor Paulino
Técnico de Cenografia
José Palácios (Pepito)
Encenação
Abílio Apolinário
Luciano Barata
Apoios
Câmara Municipal do Barreiro
Junta de Freguesia de Santo André
Sociedade Democrática União Barreirense “Os Franceses”
SMO
Setúbal na Rede
Visualis Óptica
Agradecimentos
Sr. José Manuel













