No Teatro Municipal de AlmadaMachina Mundi: duas intérpretes que não se esquecem facilmente
Sonoridades raras, cativantes e inesperadas: eis a busca a que se dedicam, desde 1994, a flautista Katharine Rawdon e a percussionista Elizabeth Davis, músicas que integram a Orquestra Sinfónica Portuguesa. Formando o duo Machina Mundi – que, dia 9, às 21h30, se ouvirá na Sala Principal, do TMA –, as instrumentistas impuseram-se, como programa fundamental, transmitir o prazer de tocar e ouvir música contemporânea, cruzando a tradição musical europeia com novos sons, provenientes do resto do mundo, nomeadamente do Oriente, de África e das Américas.

Por Jornal Rostos
O vasto leque de flautas e instrumentos de percussão ao dispor de Machina Mundi permitem grande riqueza de meios e variadíssimas sonoridades. Os seus concertos cativam as mais diversas audiências, desde os adeptos da música nova ao público mais conservador. O êxito de Machina Mundi foi confirmado pelos numerosos convites nacionais e internacionais recebidos após o concerto inaugural do duo, no Palácio de Queluz.
O crítico de música do jornal Público não hesitou em escrever: «Na percussionista inglesa Elizabeth Davis […] há uma verdadeira magia como intérprete, no virtuosismo com que domina a marimba e o vibrafone, na forma encantatória como toda a sua géstica transborda música, seja qual for o instrumento que toque. Na flautista americana Katharine Rawdon temos um incomparável som de flauta, pastoso e sensual, que na flauta contralto atinge uma qualidade rara pela sua espessura e expressividade, e que, até no flautim, consegue a mais versátil e maleável exploração do instrumento. A simbiose entre estas duas intérpretes é uma experiência musical que não se esquece facilmente».
O crítico de música do jornal Público não hesitou em escrever: «Na percussionista inglesa Elizabeth Davis […] há uma verdadeira magia como intérprete, no virtuosismo com que domina a marimba e o vibrafone, na forma encantatória como toda a sua géstica transborda música, seja qual for o instrumento que toque. Na flautista americana Katharine Rawdon temos um incomparável som de flauta, pastoso e sensual, que na flauta contralto atinge uma qualidade rara pela sua espessura e expressividade, e que, até no flautim, consegue a mais versátil e maleável exploração do instrumento. A simbiose entre estas duas intérpretes é uma experiência musical que não se esquece facilmente».













