Festival de AlmadaCiclo Teatro Latino-Americano
Desde sempre o Festival de Almada organizou ciclos temáticos, o que sucede também este ano, com o ciclo dedicado ao teatro latino-americano, oportunidade para descobrir aquele continente numa das suas vertentes culturais que tem vindo a ganhar uma projecção crescente.
Um seminário internacional, que reúne nomes importantes da arte dramática, e que irá decorrer na Casa da Cerca, nos dias 11 e 12 de Julho, vai debater as Tendências cénicas inovadoras a partir dos anos 80 do Século XX, com a participação, entre outros, dos críticos e investigadores Osvaldo Obregón, Daniel Meyran, Christilla Vasserot, Jorge Louraço Figueira e Claudia Villegas.
Um seminário internacional, que reúne nomes importantes da arte dramática, e que irá decorrer na Casa da Cerca, nos dias 11 e 12 de Julho, vai debater as Tendências cénicas inovadoras a partir dos anos 80 do Século XX, com a participação, entre outros, dos críticos e investigadores Osvaldo Obregón, Daniel Meyran, Christilla Vasserot, Jorge Louraço Figueira e Claudia Villegas.
Por Jornal Rostos
Ainda neste ciclo, a Casa da América Latina, em Lisboa, vai ser palco da conferência «O Festival de Cádis: porta do teatro Latino-Americano na Europa», proferida por Pepe Bablé – director do Festival de Cádis – e também dos workshops «O teatro do corpo» e «Fazer a minha história», orientados respectivamente pela actriz chilena Paula Zúñiga e o encenador mexicano Elmer Mendoza.
Entretanto, na Escola D. António da Costa, em Almada, vai estar patente até 18 de Julho a exposição «Imagens do teatro Latino-Americano», mostra dos principais espectáculos latino-americanos das últimas décadas, a maioria dos quais o público português pode ver em anteriores edições do Festival de Almada. Até à edição de 2008, apresentaram-se no Festival 13 montagens brasileiras e 25 hispano americanas; o público assíduo do Festival reconhecerá nesta mostra as criações de grupos de renome internacional, como a Companhia do Gesto (Rio de Janeiro), a Companhia Absurda (Belo Horizonte), Pia Fraus Teatro (Brasil), El Galpón e o Teatro Circular, de Montevideu, La Troppa e a Companhia de Jaime Lorca, do Chile, El Patrón Vázquez, de Buenos Aires, Teatro de Dos, de Cuba, Teatro Matacandelas e a Companhia l’Explose da Colômbia, entre outras.
Integrado nesta exposição, e para além das produções Cortamos e frisamos (texto de Silvina Ocampo, encenação de Inés Saavedra, produção da companhia argentina La Maravillosa) e Dezembro (texto e encenação de Guillermo Calderón, produção da companhia argentina Teatro en El Blanco), o Festival Almada apresenta um ciclo de espectáculos gravados em vídeo de vários criadores ou autores latino-americanos. Será possível ver ou rever, entre outros, O carteiro de Neruda – uma produção da Companhia de Teatro de Almada –, La mirada del avestruz, La omisión de la familia Coleman ou El ultimo heredero.
A segunda exposição – «Memória de um mirón e outras coisas», do artista plástico Francisco Ariztía – está patente, também até 18 de Julho, na Galeria do Teatro Municipal de Almada.
Entretanto, na Escola D. António da Costa, em Almada, vai estar patente até 18 de Julho a exposição «Imagens do teatro Latino-Americano», mostra dos principais espectáculos latino-americanos das últimas décadas, a maioria dos quais o público português pode ver em anteriores edições do Festival de Almada. Até à edição de 2008, apresentaram-se no Festival 13 montagens brasileiras e 25 hispano americanas; o público assíduo do Festival reconhecerá nesta mostra as criações de grupos de renome internacional, como a Companhia do Gesto (Rio de Janeiro), a Companhia Absurda (Belo Horizonte), Pia Fraus Teatro (Brasil), El Galpón e o Teatro Circular, de Montevideu, La Troppa e a Companhia de Jaime Lorca, do Chile, El Patrón Vázquez, de Buenos Aires, Teatro de Dos, de Cuba, Teatro Matacandelas e a Companhia l’Explose da Colômbia, entre outras.
Integrado nesta exposição, e para além das produções Cortamos e frisamos (texto de Silvina Ocampo, encenação de Inés Saavedra, produção da companhia argentina La Maravillosa) e Dezembro (texto e encenação de Guillermo Calderón, produção da companhia argentina Teatro en El Blanco), o Festival Almada apresenta um ciclo de espectáculos gravados em vídeo de vários criadores ou autores latino-americanos. Será possível ver ou rever, entre outros, O carteiro de Neruda – uma produção da Companhia de Teatro de Almada –, La mirada del avestruz, La omisión de la familia Coleman ou El ultimo heredero.
A segunda exposição – «Memória de um mirón e outras coisas», do artista plástico Francisco Ariztía – está patente, também até 18 de Julho, na Galeria do Teatro Municipal de Almada.













