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Grupo de Teatro Projéctor - Barreiro«A Maluquinha» de André Brun, no Ginásio Atlético Clube - Moita

O Grupo " PROJÉCTOR TEATRO ", do Barreiro, vai apresentar no Ginásio Atlético Clube, Baixa da Banheira, Moita, hoje, dia 31 de Outubro, pelas 21.30 horas, a comédia " A Maluquinha ", de André Brun, encenada por Luciano Barata e Abílio Apolinário.

"A Maluquinha" a 12ª produção do Projéctor Teatro, PROJÉCTOR, é uma comédia escrita nos princípios do Sec XX, mas adaptada aos nossos dias, pois o tema é mais que actual.

3 min de leitura
Grupo de Teatro Projéctor - Barreiro «A Maluquinha» de André Brun, no Ginásio Atlético Clube - Moita

Por Jornal Rostos

"A Maluquinha de Arroios"

"A Maluquinha de Arroios", título original, é a célebre comédia de André Brun. Baltasar Esteves, o "Esteves do Bacalhau" fez fortuna ao balcão, a vender bacalhau. É casado com a Capitolina e tem um filho que é poeta e uma filha, que lá conseguiu casar com um visconde.
Baltasar Esteves é também dono de vários prédios em Lisboa, entre os quais um, em Arroios, onde vive Alzira de Meneses, a quem todos chamam "a Maluquinha".
Alzira de Meneses, para além de ser um pouco destrambelhada é também uma mulher deslumbrante por quem todos os homens perdem a cabeça.

Sinopse

“A Maluquinha”

Baltasar Esteves, um homem que fez fortuna ao balcão a vender bacalhau, grão e batatas, por isso lhe chamam o "Esteves do Bacalhau", é casado com Capitolina e tem um filho e uma filha. O filho é um poeta e a filha lá conseguiu casar com um tal Sr.Visconde.
Baltasar Esteves é também dono de vários prédios em Lisboa, entre os quais um em Arroios, onde vive Alzira de Meneses, a quem todos chamam "a maluquinha”, uma jóvem que tem um papagaio e um macaco cujas excentricidades levam os vizinhos a apresentarem queixa na polícia. Alzira de Meneses, para além de ser um pouco destrambelhada é também uma mulher deslumbrante por quem todos os homens perdem a cabeça.
E isso vai acontecer ao Baltasar, ao filho e ao genro.
Para aumentar a confusão e as trapalhadas, há ainda a D. Perpétua, manicura, calhandreira e alcoviteira; Aniceto Abranches, um procurador romântico; o pai da maluquinha, um estroina do pior; a mãe da maluquinha, meia louca, meia apaixonada, vários criados e ainda um macaco que se enfurece quando chove.
Retirado do negócio do bacalhau e tendo sido sempre “um escravo do dever”, Baltasar Esteves, arrisca a primeira escapadela em casa da “Maluquinha”. Casa onde lhe aparece uma pessoa de família em cada canto!... Entretanto, vamos descobrindo “sonetos em verso”,flores , latas de macarronete e amores anónimos que demoram a desvendar-se provocando suspiros, paixões e cenas de ciúmes.
Enfim, ingredientes bastantes para termos uma peça muito divertida.

Luciano Barata

Ficha Técnica

Actores
Carina Antunes
Cláudia Monteiro
Elsa Barata
João Cruz
João Glória
João Matos
José Miguel
Lara Nayr
Lília Pinto
Manuel Gonçalves
Pedro Vasques
Risete Dias
Tania Pacheco

Apoio de Palco
Manuel Graça

Luz e Som
Vitor Paulino

Técnico de Cenografia
José Palácios (Pepito)

Encenação
Abílio Apolinário
Luciano Barata

Apoios
Câmara Municipal do Barreiro
Junta de Freguesia de Santo André
Sociedade Democrática União Barreirense “Os Franceses”
SMO
Setúbal na Rede
Visualis Óptica

Agradecimentos
Sr. José Manuel

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