Companhia de Teatro de AlmadaCiclo do bicentenário do nascimento de Chopin e Schumann
Um ciclo comemorativo do bicentenário do nascimento de Chopin e Schumann inicia-se no próximo dia 5 de Fevereiro no Teatro Municipal de Almada com uma récita do jovem pianista António Maria Cartaxo.
O recital, que inclui obras de Beethoven, Chopin, Scriabin e Schumann, é precedido por uma conferência intitulada Primaveras românticas, do musicólogo António Cartaxo, que também coordena a realização do ciclo.
O recital, que inclui obras de Beethoven, Chopin, Scriabin e Schumann, é precedido por uma conferência intitulada Primaveras românticas, do musicólogo António Cartaxo, que também coordena a realização do ciclo.

Por Jornal Rostos
O programa do ciclo inclui, além deste primeira recital de António Maria Cartaxo, um concerto de Schumann pela Orquestra Divino Sospiro (11 de Abril às 16h00), um recital de piano de Jorge Moyano (29 de Maio às 21h30), e um concerto do Quarteto com Piano de Moscovo (5 de Junho às 21h30).
Os espectáculos serão apresentados também em quatro outros teatros, que juntamente com o TMA constituem uma nova organização intitulada ACTO 5, a qual resulta de um projecto financiado no âmbito do QREN.
Os teatros que constituem o ACTO 5 abrangem o Norte, o Centro e o Sul do território de Portugal Continental e incluem o Teatro Municipal de Almada, o Theatro Circo de Braga, o Cine-teatro Constantino Nery de Matosinhos, o Teatro Aveirense, e o Auditório Municipal de Olhão.
O ciclo comemorativo do Bicentenário de Chopin e Schumann é a primeira produção própria desta estrutura, seguindo-se a programação de espectáculos como «Homenagem aos Ballets Russes», «Savalliana» e «A pequena flauta mágica», três projectos da CNB / Teatro Nacional de S. Carlos, «Nieuwzwart», uma coreografia de Wim Vandekeybus para a companhia belga Ultima Vez, «Concerto à la carte» e «Sabina Freire», duas peças da Companhia de Teatro de Braga, «Antígona», pelo Teatro Nacional de S. João, «Comédia mosqueta», pela Companhia de Teatro de Almada, «Maiorca», pela Companhia Paulo Ribeiro, e os projectos educativos «Scriptorium móvel», de João Lizardo, «Escolho», de Madalena Vitorino e Giacomo Scalisi e «Trinta por uma linha», de Pedro Carvalho.
Este projecto de cooperação entre cinco teatros visa contribuir para uma melhor rendibilização ao nível dos custos de produção, uma mais eficaz colaboração na circulação de espectáculos, a dinamização de correntes de público, intercâmbio de experiências entre as cinco estruturas cooperantes e a criação e acolhimento de produções. Outro dos objectivos é a formação de artistas e técnicos, facilitada pela utilização dos meios humanos, artísticos e técnicos das cinco estruturas envolvidas.
Os espectáculos serão apresentados também em quatro outros teatros, que juntamente com o TMA constituem uma nova organização intitulada ACTO 5, a qual resulta de um projecto financiado no âmbito do QREN.
Os teatros que constituem o ACTO 5 abrangem o Norte, o Centro e o Sul do território de Portugal Continental e incluem o Teatro Municipal de Almada, o Theatro Circo de Braga, o Cine-teatro Constantino Nery de Matosinhos, o Teatro Aveirense, e o Auditório Municipal de Olhão.
O ciclo comemorativo do Bicentenário de Chopin e Schumann é a primeira produção própria desta estrutura, seguindo-se a programação de espectáculos como «Homenagem aos Ballets Russes», «Savalliana» e «A pequena flauta mágica», três projectos da CNB / Teatro Nacional de S. Carlos, «Nieuwzwart», uma coreografia de Wim Vandekeybus para a companhia belga Ultima Vez, «Concerto à la carte» e «Sabina Freire», duas peças da Companhia de Teatro de Braga, «Antígona», pelo Teatro Nacional de S. João, «Comédia mosqueta», pela Companhia de Teatro de Almada, «Maiorca», pela Companhia Paulo Ribeiro, e os projectos educativos «Scriptorium móvel», de João Lizardo, «Escolho», de Madalena Vitorino e Giacomo Scalisi e «Trinta por uma linha», de Pedro Carvalho.
Este projecto de cooperação entre cinco teatros visa contribuir para uma melhor rendibilização ao nível dos custos de produção, uma mais eficaz colaboração na circulação de espectáculos, a dinamização de correntes de público, intercâmbio de experiências entre as cinco estruturas cooperantes e a criação e acolhimento de produções. Outro dos objectivos é a formação de artistas e técnicos, facilitada pela utilização dos meios humanos, artísticos e técnicos das cinco estruturas envolvidas.













