Saltar para o conteúdo
Moldura

Uma Moeda contra a FomeBancos Contra a Fome são uma resposta necessária ao artigo 25º da Declaração do Direitos do Homem

Após um encontro com a responsável do Banco Alimentar contra a Fome, o escultor João Duarte, autor do ,omumernto «à familia Operária», no Barreiro, decidiu primeiro perceber e entender que instituição era o Banco Alimentar.

Depois de alguma pesquisa chegou à seguinte conclusão: os Bancos Contra a Fome são uma resposta necessária ao artigo 25º da Declaração do Direitos do Homem. Possuem uma ética que assenta na gratuidade, na dádiva, na partilha, no voluntariado e no mecenato.

2 min de leitura
Uma Moeda contra a Fome Bancos Contra a Fome são uma resposta necessária ao artigo 25º da Declaração do Direitos do Homem

Por Jornal Rostos

Assim, criou uma moeda “onde estes valores éticos estivessem representados em relevo. Coloquei duas mãos, representando o ser humano (Homem) e dois pedaços de pão (Alimento), pois o homem pode viver sem um abrigo, mas não pode viver sem o alimento”.
Várias mãos com o alimento estão em círculo (Roda), a fim de se dirigirem para o Centro da moeda (a dinâmica da Entrega), simbolizando uma enorme cadeia de solidariedade. À medida que as mãos vão caminhando para o centro da moeda vão diminuindo o seu tamanho, até entrarem no Banco. As mãos são modeladas em relevo, assim como as duas peças de pão que irão ser o elemento mais alto na moeda.
Visualmente se olharmos para a moeda, observamos uma Flor ou uma Árvore com os seus frutos, tendo como tronco a inscrição “Banco Alimentar da Fome”. Quanto ao anverso, representa duas mãos a pegar no escudo, simbolizando todos os Portugueses que apoiam esta iniciativa a nível nacional. Tanto as mãos como o escudo são executados em relevo.
Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção