Teatro Municipal do BarreiroARTE VIVA - última representação de «Vicente Inferno 2»
«Vicente Inferno 2», com encenação de Jorge Cardoso e Carina Silva, é o espectáculo comemorativo dos 30 anos na Companhia que se celebram ao longo deste ano de 2010.
Se ainda não viu..não perca!

Por Jornal Rostos
Teatro Municipal do Barreiro - Centro Comercial Pirâmides.
A ArteViva – Companhia de Teatro do Barreiro estreou mo dia 16 de Abril, o espectáculo Vicente / Inferno 2, uma revisitação do texto Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, com encenação de Jorge Cardoso e Carina Silva.
Este é o espectáculo comemorativo dos 30 anos da Companhia que se celebram ao longo deste ano de 2010.
VICENTE DE NOVO : BREVES NOTAS
Nos 30 anos de trabalho teatral, regressamos a Gil Vicente.
Revisitamos um texto com cerca de quinhentos anos, que toda a gente conhece (mais não seja por obrigação escolar) e sobre o qual parece que já tudo foi dito (haverá texto mais analisado e representado no teatro português?).
Que sentido guarda, ainda hoje, este Auto?
O céu e o inferno – a vida e a morte.
O bem e o mal – ou de como um e outro circulam aparentemente sem sentido (anjos e diabos que se confundem?).
As religiões e as suas guerras - e os seus folclores.
E Portugal? - e tudo.
O Auto da Barca do Inferno é inesgotável. Por isso, qualquer proposta de leitura, qualquer projecto de espectáculo, nunca estará concluído.
Esta inquietação não impedirá o sentido da festa e a alegria de trabalhar com mais de trinta actores e técnicos, onde se cruzam as várias gerações da ArteViva.
Ao fim de 30 anos, a quem se pode dedicar este espectáculo? – obviamente, ao público.
Jorge Cardoso / Carina Silva
O espectáculo Vicente / Inferno 2 pode ser visto às Sextas e Sábados às 22h00. Os bilhetes têm o preço normal de 7,5€ e 5€ para menores de 30 e maiores de 65 anos. Para grupos de 10 pessoas ou mais, o custo do bilhete é de 3€.
FICHA TÉCNICA
Personagens e Intépretes :
Diabo - Patrocínia Cristovão
Anjo - Ana Samora
Companheiras do Diabo
Catarina Santana
Inês Valente
Rita Conduto e
Vanessa Casanova
Fidalgo - Jorge Ferreira Pedro
Onzeneiro - Alexandre Antunes
Joane (Parvo) - Joana Pimpista
Sapateiro - Susana Marques
Frade - Rui Félix
Brizída Vaz - Manuela Ramos Félix
Judeu - Eugénio Silva
Corregedor - João Cavaco
Procurador - Maria Matilde Cavaco
Enforcado - Bruno Vitoriano
Cavaleiros
- Dinha Russo,
Gonçalo Cardoso
Inês Félix
Rafael Costa e
Rui Martins
Operação de Luz:
André Silva
Operação de Som:
João Teixeira
Contra-Regra:
Ana Margarida Vasco
Apoio ao Guarda Roupa
Andreia Ribeiro
Encenação :
Jorge Cardoso e Carina Silva
Cenografia:
Sara Franqueira
Música:
Nuno Fernandes
Movimento:
Andreia Martins
Guarda-Roupa:
Ana Pimpista e Maria Matilde Cavaco
Desenho de Luz:
João Henrique Oliveira e Jorge Cardoso
Assistente de Cenografia:
Amélia Careto
Design Gráfico:
João Pimenta
Fotografia:
Pedro Amorim
Divulgação:
Rita Conduto e Joana Pimpista
Apoio à Divulgação:
Rui Lopes
Apoio Geral:
Dário Valente
Agradecimentos:
Inês Valente, por tudo, Eugénio Silva, pelo Bode e ao João Oliveira Júnior, pelo apoio no trabalho de luz, e à Câmara Municipal do Barreiro.
O ARTE VIVA - Companhia de Teatro do Barreiro, foi fundada em 9 de Maio de 1980, comemora este anos os seus 30 anos de actividade.
A Arte Viva iniciou a sua actividade no Externato D. Manuel de Mello no Barreiro, onde durante 17 anos manteve regular produção de espectáculos.
Em 1997, a Câmara Municipal (CMB) adquiriu o que é hoje o Teatro Municipal, para ali instalar a Arte Viva, a qual adquiriu o estatuto de companhia residente.
No seu novo espaço a Companhia aumentou o ritmo de produção e pôr em marcha um projecto de formação teatral, conhecido por Escola de Teatro do Arte Viva. Mais tarde, o projecto viria a ser alargado às actividades de complemento curricular do ensino básico.
Para além da actividade no Teatro Municipal, a Companhia apresenta também vários espectáculos no Auditório Municipal Augusto Cabrita e diversas salas do país. Cotejando as fichas técnicas dos espectáculos ao longo dos anos, verifica-se que entre actores, técnicos e colaboradores, mais de duzentas pessoas deram o seu contributo para fazer da Arte Viva aquilo que ela é: a Companhia de Teatro do Barreiro.
E tudo só é possível com o apoio regular do público e da CMB – que, reconhecendo o trabalho cultural desenvolvido ao longo dos anos, atribuiu à Arte Viva, em 2005, a Medalha de Ouro de Mérito Municipal













