ABERTURA DO 27.º Festival de AlmadaInaugura Exposição dedicada à homenageada Maria Barroso
Às 21 horas, na Escola D. António da Costa, junto do Palco Grande, inaugura a Exposição dedicada à homenageada, Maria Barroso, uma iniciativa que conta com a sua presença.
Às 22 horas, no Palco Grande da Escola D. António da Costa, estreia «Uma lição dos aloés», de Athol Fugard, pelo Teatro dos Aloés.

Por Jornal Rostos
A abertura do Festival acontece às 18h, no Teatro Municipal de Almada, com a inauguração da exposição curada por Pedro Calapez e Marta Mestre.
A exposição «O dia mais longo do ano» reúne o trabalho de dez artistas contemporâneos.
Os artistas presentes são Belén Uriel, Carlos Rial, Diogo Pimentão, João Maria Gusmão e Pedro Paiva, Margarida Paiva, Rodrigo Oliveira, Tiago Mestre, Rui Moreira, Sérgio Dias, Susanne S. D. Themlitz.
No Foyer, na Galeria e Sala de Vídeo, o espectador deixa-se estimular sensorialmente com o jogo de linguagem sobre os processos de indução que as imagens contemporâneas veiculam.
A fixação e a repetição visual ou verbal. A encenação e a teatralidade. A alternância e a ilusão. O jogo e a hipersensibilidade. Aspectos distintivos das imagens, e que também caracterizam a função do actor e a radicalidade do teatro.
Às 21h, na Escola D. António da Costa, junto do Palco Grande, inaugura a Exposição dedicada à homenageada, Maria Barroso, que conta com a sua presença.
A exposição, comissariada pelo cenógrafo Fernando Filipe, reúne uma série de materiais documentais sobre a carreira de Maria Barroso no teatro, no cinema, no plano da divulgação da poesia, e no plano cívico, em que se afirmou como uma voz da resistência anti-fascista.
Às 22h, no Palco Grande da Escola D. António da Costa, estreia «Uma lição dos aloés», de Athol Fugard, pelo Teatro dos Aloés.
Um africânder, Piet, aguarda o seu amigo de ‘cor’, Steve, e a família deste para um jantar de despedida. Na espera, tenta identificar um aloé desconhecido cuja colecção e o estudo é a sua última grande paixão. No desenrolar da trama, constata-se que se é possível classificar os aloés, já o mesmo não sucede com as pessoas, pois estas modificam-se e afastam-se da matriz original.













