Bailado Contemporâneo em AlmadaO TOQUE e SALTO IMMORTALE
Em «O Toque», peça estreada em 2010, Andermatt desejou que «a peça coreográfica se construísse a partir do processo de composição musical, com Vítor Rua. E assim a obra no seu conjunto aconteceu, vivida e percebida por todos os que embarcaram nesta viagem de improvisação e descoberta com uma disponibilidade e entrega totais».

Por Jornal Rostos
A obra de Namura e Bugdahn inspira-se em A terceira margem do rio, de José Guimarães Rosa. Acrescentam os coreógrafos: «Tratámos este material de uma forma mais abstracta, concentrando-nos nos diversos estados emocionais e situações ligadas ao texto: a busca do absoluto, as escolhas de vida, a solidão, o medo, a relação do pai e do filho, a oposição ausência-presença».
A CPBC foi fundada em 1998 por Vasco Wellenkamp e por Graça Barroso como companhia de repertório original, tendo por princípio gerador a constituição de um espaço para a criação contemporânea. Com sólida presença em Portugal e no estrangeiro, nela trabalharam coreógrafos como Nils Christe, Rui Lopes Graça, Gagik Ismailian, Henri Oguike, Rita Judas, Nathalie Bard, Tíndaro Silvano, David Fielding, Rami Levi, Darshan Singh Buhller, Ronald Malzer, Jan Linkens, Benvindo Fonseca, Barbara Griggi, Pedro Goucha Gomes, Cláudia Nóvoa e Patrick Delcroix.
COMPANHIA PORTUGUESA DE BAILADO CONTEMPORÂNEO
O TOQUE
e SALTO IMMORTALE
Coreografias de Clara Andermatt, Denise Namura e Michael Bugdahn
Sala Principal | 1h30 | M/12
21 e 22 de Janeiro
Entradas: 6€ a 13€













