Exposição no Museu da Cidade de Almada«Diários Gráficos em Almada» reúne 30 autores
O Museu da Cidade de Almada inaugura, a 29 de Janeiro, às 17 horas, a exposição “Diários Gráficos em Almada – Não somos desenhadores perfeitos”. A mostra reúne trabalhos de 30 autores, que aliam ao desenho olhares de formações e percursos profissionais muito diferenciados – arquitectos, professores, designers, artistas plásticos, ilustradores, investigadores e desenhadores científicos – , expostos em cerca de 400 cadernos.

Por Jornal Rostos
Através do desenho em cadernos propõe-se uma abordagem que tem em comum uma prática individual de observação e registo rápido e sistemático de quotidianos, espaços, vivências. Os objectos expostos traduzem graficamente uma relação de urbanidade, de escala humana, em que a experiência individual encontra e afirma a colectiva.
Nas palavras de Eduardo Salavisa, comissário da exposição, o Diário Gráfico “é um caderno de dimensões transportáveis o que pressupõe que seja o resultado de um percurso ou de um conjunto de experiências ou de situações que aconteceram ao longo de um tempo determinado – de uma viagem, mesmo esta sendo entendida unicamente como tempo de disponibilidade”.
Concebidos como objectos intimistas para fruição do próprio autor, estes diários organizam em séries o hábito sistemático de observação, registam memórias, analisam objectos ou situações, respondem a necessidades profissionais, corporizam visualmente ideias, traduzem em apontamentos gráficos percursos, sejam eles geográficos ou resultado de experiências quotidianas. Inacabados por natureza, são sobretudo objectos de prazer.
“A maneira de expor os cadernos é em armários com gavetas. Nada melhor a fim de realçar o lado pessoal e íntimo desse objecto que foi concebido, pela sua forma e estrutura, para ser visto só pelo próprio e a quem ele queira mostrar”, adianta o comissário da exposição.
Durante a exposição decorrerão actividades de animação e visitas guiadas, dirigidas a diversos públicos e, em particular, a comunidade educativa, explorando também as potencialidades dos diários gráficos como recurso neste domínio.
Na inauguração será lançada uma publicação com o mesmo título, coordenada por Eduardo Salavisa, disponível para venda nas lojas municipais, no mercado livreiro e para consulta na rede de leitura pública.
Nas palavras de Eduardo Salavisa, comissário da exposição, o Diário Gráfico “é um caderno de dimensões transportáveis o que pressupõe que seja o resultado de um percurso ou de um conjunto de experiências ou de situações que aconteceram ao longo de um tempo determinado – de uma viagem, mesmo esta sendo entendida unicamente como tempo de disponibilidade”.
Concebidos como objectos intimistas para fruição do próprio autor, estes diários organizam em séries o hábito sistemático de observação, registam memórias, analisam objectos ou situações, respondem a necessidades profissionais, corporizam visualmente ideias, traduzem em apontamentos gráficos percursos, sejam eles geográficos ou resultado de experiências quotidianas. Inacabados por natureza, são sobretudo objectos de prazer.
“A maneira de expor os cadernos é em armários com gavetas. Nada melhor a fim de realçar o lado pessoal e íntimo desse objecto que foi concebido, pela sua forma e estrutura, para ser visto só pelo próprio e a quem ele queira mostrar”, adianta o comissário da exposição.
Durante a exposição decorrerão actividades de animação e visitas guiadas, dirigidas a diversos públicos e, em particular, a comunidade educativa, explorando também as potencialidades dos diários gráficos como recurso neste domínio.
Na inauguração será lançada uma publicação com o mesmo título, coordenada por Eduardo Salavisa, disponível para venda nas lojas municipais, no mercado livreiro e para consulta na rede de leitura pública.













