Estreia absoluta em AlmadaA Purga do Bebé de Georges Feydeau
O Governo francês tem uma ideia: equipar o seu exército de dezenas de milhares de homens com bacios individuais de serviço nocturno, para melhorar as condições de higiene das forças armadas. Follavoine, fabricante de porcelanas, procura por todos os meios adjudicar o fornecimento através de uma parceria público/privada, e julga ter inventado para isso penicos de loiça inquebráveis.

Por Jornal Rostos
TEATRO
14 de Maio a 5 de Junho
Sala Experimental
A Purga do Bebé
de Georges Feydeau
Encenação de Joaquim Benite
Com André Gomes, Joaquim Nicolau, Teresa Gafeira, Maria Frade, Sofia Correia, Pedro Walter e os pequenos Bruno Benite e Gabriel Bravo
O Governo francês tem uma ideia: equipar o seu exército de dezenas de milhares de homens com bacios individuais de serviço nocturno, para melhorar as condições de higiene das forças armadas. Follavoine, fabricante de porcelanas, procura por todos os meios adjudicar o fornecimento através de uma parceria público/privada, e julga ter inventado para isso penicos de loiça inquebráveis. Mas quando recebe, para o almoço, o representante do Governo que vai tentar convencer a escolhê-lo a ele, sucedem-se as complicações: uma mulher irascível e pouco interessada em negócios, um filho mal educado que está mal dos intestinos e se recusa a tomar os purgantes, e, por fim, a descoberta de que os penicos não são propriamente inquebráveis… tenta por todos os meios salvar a situação, mas o pior está para vir. Uma peça que, a rir, fala de coisas actuais: entre penicos e auto-estradas pode haver pontos comuns que nem sempre são visíveis.













