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«Ascensão e Queda da Cidade São Cifrão»a nova produção do Teatro Fórum de Moura

Depois de casa cheia na ante-estreia e estreia no passado dia 17 de Novembro, continua em cena até ao próximo dia 27 de Novembro “Ascensão e Queda da Cidade São Cifrão” a nova produção do Teatro Fórum de Moura no Cine-Teatro Caridade em Moura.

3 min de leitura
«Ascensão e Queda da Cidade São Cifrão» a nova produção do Teatro Fórum de Moura

Por Jornal Rostos

Até dia 27 de Novembro, 5ª, 6ª e sábado às 21h30, Domingo às 16h.

Sinopse:

A Cidade de São Cifrão é uma cidade fábula, uma cidade fundada por gente que se apercebe que “é mais fácil tirar o ouro dos homens do que dos rios ou das montanhas”, uma cidade onde tudo é permitido ao que tem dinheiro. Não ter dinheiro é o maior dos crimes.
Na Cidade de São Cifrão há combates de três em três dias com gritaria e brutalidade Na Cidade de São Cifrão há divertimentos vários Carne de cavalo e de mulher Whisky para beber, poker para jogar E ninguém a querer mandar

À Cidade de São Cifrão os tufões não chegam

A Cidade de São Cifrão é a cidade-armadilha

Ainda ontem perguntaram lá por vocês!

Ascensão e Queda da Cidade de São Cifrão trata-se de mais uma incursão do Teatro Fórum de Moura pelas peças de Brecht escritas no decorrer da grande crise de 1929 que teve repercussões económicas e sociais muito semelhantes à actual crise do capitalismo.

Este trabalho foi iniciado com a peça O Capitalista, O Guia e o Carregador estreada em Novembro de 2010 pelo T.F.M. que se manteve em digressão nacional até Abril deste ano.

O original de Brecht (A Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny) foi um dos seus grandes sucessos à época. Com o compositor Kurt Weill, Bertolt Brecht iniciou com a Ascensão uma revolução na forma de se fazer ópera. A canção Oh, show me the way to the next whisky bar tornou-se um dos seus símbolos e ainda hoje músicos e compositores de todo o mundo multiplicam as suas já inúmeras versões.

A incursão do Teatro Fórum de Moura pela Ascensão, tal como em O Capitalista, O Guia e o Carregador, terá como traço fundamental a actualização da mensagem de Brecht, apesar da grande novidade histórica da actual crise do capitalismo ser a de não haver novidade.

Ficha Técnica e Artística

Versão e Encenação: Jorge Feliciano
Actores / Técnicos: Andreia Egas, Luís Mouzinho, Jorge Feliciano, Cristina Cardoso, Vítor Alegria.
Espaço cénico, adereços, figurinos e imagem gráfica: Pedro Penilo
Composição Musical Original: Luís Martins
Costureira: Maria Domingas
Fotografia: Hugo Fernandes
Produção Executiva: Hugo Fernandes e Andreia Egas

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