32 anos de Pintura Naïf no Estoril
Inaugura-se hoje, sábado, dia 21, às 18 horas, na Galeria de Arte do Casino Estoril, o XXXII Salão Internacional de Pintura Naïf, que conta com a participação de 35 autores, que apresentam cerca de 7 dezenas de trabalhos de linguagem dita ingénua. Podemos dizer que essa linguagem chega até nós desde os primórdios da arte rupestre e à qual o francês Henri Rousseau, apadrinhado pelo seu amigo Pablo Picasso, conferiu honras de corrente artística.

Por Jornal Rostos
A pintura Naïf não é a pintura dos pintores que não sabem pintar, como alguns pretendem, mas a pintura dos pintores que pintam como sabem. Muitas vezes sem técnica, mas sempre com autenticidade, espontaneidade e poesia, utilizando nos seus trabalhos, não apenas as telas e as tintas, mas também o coração e o sonho. A Galeria de Arte do Casino Estoril acolheu sempre a pintura naïf com muito carinho, divulgando-a todos os anos, através deste Salão e promovendo os autores de qualidade, que a praticam.
Nesta exposição encontram-se presentes trabalhos dos seguintes artistas: A.Barbosa, Albino José Moreira, António Poteiro, A.Réu, Arménio Ferreira, Augusto Pinheiro, Basi, Bento Sargento, Carlos Ribeiro Antunes, Cecília, Crucianu, Elza Filipa, Emil Pavelescu, Feliciana, Isabelino Coelho, Ivone Carvalho, J.B.Durão, Jorge Viriato, José Maria, Juan Guerra, Luiza Caetano, Manuel Carvalho, Manuel Castro, Maria Antónia Gomes, Maria Vilaça, Myriam F., Nell, Orlando Fuzinelli, Ramos Santos, Remy Júnior Gabriel, Silvana, Silva Vieira, Silvestre Dacosta, Vila Nova e Zé Cordeiro.
Entre os nomes citados, há alguns que são referências de nível, podemos dizer mundial, como o luso-brasileiro, nascido em Barcelos, António Poteiro, Albino José Moreira, Augusto Pinheiro e Manuel Castro, quatro nomes de artistas portugueses, que são presença incontornável nesta mostra. O português Isabelino Coelho que foi referido com especial destaque de reprodução de um trabalho seu em página dupla, no mais qualificado livro sobre arte ingénua “L’art Naïf Encyclopédie Mondiale”, onde também consta o artista romeno, Emil Pavelescu. De referir, ainda, que aquando da celebração no Brasil dos 500 anos dos Descobrimentos, a Embaixada de Portugal, em Brasília, realizou uma exposição individual de António Poteiro, e no encerramento de tal celebração, a oferta do Brasil ao Presidente português foi uma obra deste pintor luso-brasileiro.
Esta exposição que ficará patente ao público todos os dias, até 5 de Setembro das 15 às 24 horas.
Nesta exposição encontram-se presentes trabalhos dos seguintes artistas: A.Barbosa, Albino José Moreira, António Poteiro, A.Réu, Arménio Ferreira, Augusto Pinheiro, Basi, Bento Sargento, Carlos Ribeiro Antunes, Cecília, Crucianu, Elza Filipa, Emil Pavelescu, Feliciana, Isabelino Coelho, Ivone Carvalho, J.B.Durão, Jorge Viriato, José Maria, Juan Guerra, Luiza Caetano, Manuel Carvalho, Manuel Castro, Maria Antónia Gomes, Maria Vilaça, Myriam F., Nell, Orlando Fuzinelli, Ramos Santos, Remy Júnior Gabriel, Silvana, Silva Vieira, Silvestre Dacosta, Vila Nova e Zé Cordeiro.
Entre os nomes citados, há alguns que são referências de nível, podemos dizer mundial, como o luso-brasileiro, nascido em Barcelos, António Poteiro, Albino José Moreira, Augusto Pinheiro e Manuel Castro, quatro nomes de artistas portugueses, que são presença incontornável nesta mostra. O português Isabelino Coelho que foi referido com especial destaque de reprodução de um trabalho seu em página dupla, no mais qualificado livro sobre arte ingénua “L’art Naïf Encyclopédie Mondiale”, onde também consta o artista romeno, Emil Pavelescu. De referir, ainda, que aquando da celebração no Brasil dos 500 anos dos Descobrimentos, a Embaixada de Portugal, em Brasília, realizou uma exposição individual de António Poteiro, e no encerramento de tal celebração, a oferta do Brasil ao Presidente português foi uma obra deste pintor luso-brasileiro.
Esta exposição que ficará patente ao público todos os dias, até 5 de Setembro das 15 às 24 horas.













