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Mostra de Teatro de AlmadaApresentação das mais recentes criações de 14 grupos de teatro de Almada

A 17ª Mostra de Teatro de Almada (MTA) começa a 7 de Novembro no Auditório Fernando Lopes-Graça, no Fórum Municipal Romeu Correia, com a estreia do espetáculo “Partir” pelo Teatro de Areia (que este ano celebra dez anos de existência), com texto de Sarah Adamopoulos, jornalista e escritora portuguesa de origem grega, que aborda o tema da emigração dos portugueses.

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Mostra de Teatro de Almada Apresentação das mais recentes criações de 14 grupos de teatro de Almada

Por Jornal Rostos

A 17ª MTA, organização conjunta Câmara Municipal de Almada e Grupos de Teatro, conta com um total de oito estreias e a apresentação das mais recentes criações de 14 grupos de teatro de Almada, em diferentes espaços da cidade, de 7 a 24 de Novembro.

Luzia Paramés, atriz que tem colaborado com a Companhia de Teatro de Almada, conhecida do grande público pela participação na TV, em “Super Pai“ e “Laços de Sangue”, assina a encenação do novo espetáculo das Produções Acidentais, “Assim falou Beremiz”, que se apresenta no Teatro Municipal Joaquim Benite.

Exatamente cem anos após o nascimento de Álvaro Cunhal (10 de Novembro de 1913), o Teatro Extremo, em parceria com o Teatro Fórum de Moura, associa-se às Comemorações do Centenário do Nascimento de Álvaro Cunhal, com a versão cénica de Catarina Pé-Curto e Jorge Feliciano do conto para crianças “Os Barrigas e o Magriços”.

A Menina dos Meus Olhos traz pela primeira vez a Almada o espetáculo “O Peso de uma Semente” de Marina Nabais que estreou no Festival GuiDance e esteve em cartaz no Teatro Maria Matos.

Nesta Mostra, conhecemos os novos trabalhos do Ninho de Víboras, “Dilema”, uma criação de Maria João Garcia com interpretação da bailarina Carla Ribeiro e do Teatro ABC.PI, “O Cântico da Salumita” de Salomão, com interpretação da atriz Laurinda Chiungue.

A obra de Jacinto Lucas Pires “Universos e Frigoríficos” é levada à cena pelo Teatro&Teatro e “Os Malefícios do Tabaco” de Tchekhov e “O Rei Imaginário” de Raul Brandão, são representados pel’ O Grito num único espetáculo.

Os grupos de teatro das coletividades marcam presença assídua na MTA. O Cénico da Incrível recria o “Auto da Barca do Inferno do Séc. XXI” ao estilo da revista. Para os mais novos, o Beira Mar estreia “No mundo da fantasia…” e a Manuel da Fonseca estreia “Estórias para serem contadas” e repõe o famoso “Diário de Anne Frank”.

O teatro universitário é representado por dois coletivos da Faculdade de Ciências e Tecnologia. O NNT estreia “Deambulações ou Possíveis Regressos” com base na versão de Herberto Helder de “Húmus” de Raúl Brandão. Artes e Engenhos apresenta “Instrução Musical II” e estreia “Ferida Aberta Woyzeck” de Georg Büchner, a partir dos materiais de arquivo do Teatro da Cornucópia deste mesmo espetáculo.

O encerramento da 17ª MTA é no dia 24 de Novembro, com a realização de uma tertúlia sobre a dramaturgia e o espetáculo “Fado” do GITT, grupo que soma mais de 40 anos de atividade e que nesta edição apresenta ainda “O Monstro” da autoria do escritor espanhol Javier Tomeo.

Esta nova edição da MTA traz 19 espetáculos ao dispor do público.

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