No MontijoUm Património a Preservar
Arquitectura Doméstica de Expressão Protomoderna
No dia 29 de Fevereiro, às 17h30, no café Arte no Cais (sito na Rua Miguel Pais), a Câmara Municipal de Montijo procederá ao lançamento do livro “Montijo: um património a preservar. Arquitectura doméstica de expressão protomoderna”, de Nuno Teotónio Pereira, Hélder Paiva Coelho, Isabel Costa Lopes e Irene Buarque.

Por Jornal Rostos
O livro resulta da identificação de imóveis, existentes em Montijo, de arquitectura residencial do final do século XIX e início do século XX, sendo, por isso, exemplares de arquitectura doméstica de expressão protomoderna (período arquitectónico precedente ao modernismo).
De um total de 92 edifícios inventariados, foram eleitos 40 para constar nesta obra. Um conjunto de imóveis que merece ser alvo de preservação, até porque existem poucas cidades, na Margem Sul do Tejo, onde, ainda, subsistem exemplares arquitectónicos de expressão protomoderna.
Tal como explica, Nuno Teotónio Pereira no texto introdutório da obra, estes edifícios estão localizados, de uma forma dispersa, na zona urbana da cidade de Montijo e consistem, essencialmente, em “moradias unifamiliares de fachada azulejada, muitas vezes de recorte caprichoso e com desenho de portas e janelas a condizer (…) trata-se, na maioria dos casos, não de construções de raiz, mas de acrescentos e alterações a casas pré-existentes”.
Entre estes imóveis de características ecléticas, com sobreposição de diversos movimentos arquitectónicos, como a arte nova e a art-deco, encontram-se a Casa Mora (actual Museu Municipal), a Casa dos Magistrados (hoje Biblioteca Municipal Manuel Giraldes da Silva) e o edifício da Quinta da Posta, na Avenida dos Pescadores.
Para além desta caracterização e enquadramento estilístico dos imóveis, os autores elaboraram um estudo histórico, económico e social sobre o Montijo das primeiras décadas do século XX, com o objectivo de enquadrar e perceber a origem destes edifícios.
“Montijo: Um Património a Preservar. Arquitectura Doméstica de Expressão Protomoderna” tem a chancela da Colibri e integra a Colecção Estudos Locais.
Esta colecção, promovida pela Câmara de Montijo, pretende dar a conhecer estudos alusivos à cultura local desde os tempos mais longínquos à actualidade.
De um total de 92 edifícios inventariados, foram eleitos 40 para constar nesta obra. Um conjunto de imóveis que merece ser alvo de preservação, até porque existem poucas cidades, na Margem Sul do Tejo, onde, ainda, subsistem exemplares arquitectónicos de expressão protomoderna.
Tal como explica, Nuno Teotónio Pereira no texto introdutório da obra, estes edifícios estão localizados, de uma forma dispersa, na zona urbana da cidade de Montijo e consistem, essencialmente, em “moradias unifamiliares de fachada azulejada, muitas vezes de recorte caprichoso e com desenho de portas e janelas a condizer (…) trata-se, na maioria dos casos, não de construções de raiz, mas de acrescentos e alterações a casas pré-existentes”.
Entre estes imóveis de características ecléticas, com sobreposição de diversos movimentos arquitectónicos, como a arte nova e a art-deco, encontram-se a Casa Mora (actual Museu Municipal), a Casa dos Magistrados (hoje Biblioteca Municipal Manuel Giraldes da Silva) e o edifício da Quinta da Posta, na Avenida dos Pescadores.
Para além desta caracterização e enquadramento estilístico dos imóveis, os autores elaboraram um estudo histórico, económico e social sobre o Montijo das primeiras décadas do século XX, com o objectivo de enquadrar e perceber a origem destes edifícios.
“Montijo: Um Património a Preservar. Arquitectura Doméstica de Expressão Protomoderna” tem a chancela da Colibri e integra a Colecção Estudos Locais.
Esta colecção, promovida pela Câmara de Montijo, pretende dar a conhecer estudos alusivos à cultura local desde os tempos mais longínquos à actualidade.













