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Ciclos de Cinema em SetúbalComemoração do 36.º aniversário da Revolução dos Cravos

Dois ciclos de cinema, integrados no programa da Câmara Municipal de Setúbal de comemoração do 36.º aniversário da Revolução dos Cravos, são iniciados no dia 8, decorrendo várias sessões cinematográficas até Maio.

Um dos ciclos, organizado pela Câmara Municipal de Setúbal e pela URAP – União de Resistentes Antifascistas Portugueses, decorre na Biblioteca Pública Municipal, entre 8 de Abril e 6 de Maio, às 21h30, exibindo cinco longas-metragens e várias curtas.

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Por Jornal Rostos

A curta-metragem “Quem é Ricardo”, de José Barahona, com comentários de Conceição Matos, abre este ciclo, a 8 de Abril. No dia seguinte é projectada a película de produção portuguesa “Até Amanhã Camaradas”, de Joaquim Leitão, filme com comentários de José Casanova.

O ciclo prossegue no dia 15 com uma sessão de curtas-metragens, com obras como “32 Anos 32 Perguntas”, do Centro de Estudos 25 de Abril, “Amanhã”, de Solveig Nordlung, “A Noite Saiu à Rua”, de Abi Feijó, e “Se a Memória Existe”, de João Botelho.

No dia seguinte, a 16, é exibido o filme “O Carteiro de Pablo Neruda”, de Michael Radford, decorrendo depois uma sessão de poemas lidos por Carlos Rodrigues.

Seguem-se as exibições de “Outro País”, de Sérgio Trefaut, no dia 29, comentado por Miguel Urbano, e “O Conformista”, de Bernardo Bertolucci, a 30, com comentários de José Barata Moura.

O filme “Roma Cidade Aberta”, de Roberto Rossellini, a 6 de Maio, com comentários de Manuel Augusto Araújo, finaliza este ciclo de cinema.

Em Abril, entre os dias 8 e 27, sempre às 14h30, no Cinema Charlot – Auditório Municipal, decore o ciclo de cinema “Outros Filmes, Outras Épocas”, dedicado à população sénior, com o intuito de reavivar memórias e histórias de vida.

“Sangue Toureiro”, de 1958, realizado por Augusto Fraga, é o primeiro a ser exibido, dia 8, seguindo-se, a 13, "Fado, História d´uma Cantadeira", de 1948, realizado por Perdigão Queiroga.

Este ciclo contempla outras duas sessões, uma no dia 22, com o documentário “Amália – Uma Estranha Forma de Vida”, de 1995, de Bruno de Almeida, e a outra a 27, com “A Severa”, de 1931, realizado por José Leitão de Barros.

Os interessados em participar na iniciativa, de entrada livre e aberta à população, podem efectuar as marcações através do número de telefone 265 545 170, da Divisão de Inclusão Social da Autarquia.

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