INATEL E MÁRIO MESQUITA REPENSAM O FUTURO DO JORNALISMODebate «Novas Respostas da Comunicação»
. Viana do Castelo, dia 31 de Maio (2ª feira) às 21h30
O Professor Mário Mesquita é uma “figura de peso” para responder aos Desafios das Novas Respostas da Comunicação, já que cada vez mais a sociedade mediatizada deste século XXI se mostra preocupada com o quinto poder, considerando que a comunicação a todos diz respeito. Em Portugal, a comunicação social, aliás, tem estado na ordem do dia com as sucessivas questões que, inclusive, levam a questionar se existe ou não total liberdade de imprensa no país.
O Professor Mário Mesquita é uma “figura de peso” para responder aos Desafios das Novas Respostas da Comunicação, já que cada vez mais a sociedade mediatizada deste século XXI se mostra preocupada com o quinto poder, considerando que a comunicação a todos diz respeito. Em Portugal, a comunicação social, aliás, tem estado na ordem do dia com as sucessivas questões que, inclusive, levam a questionar se existe ou não total liberdade de imprensa no país.
Por Jornal Rostos
O professor Mário Mesquita foi jornalista do República, director do Diário de Notícias e do Diário de Lisboa. Colunista semanal do Público e do Diário de Notícias, ajudou a fundar a licenciatura em Jornalismo da Universidade de Coimbra, na qualidade de professor associado convidado e secretário coordenador do Instituto de Estudos Jornalísticos da Faculdade de Letras. Professor auxiliar convidado da Universidade Nova de Lisboa, no Departamento de Comunicação Social e foi, também, Professor da Escola Superior de Jornalismo do Porto. Publicou livros como O Quarto Equívoco – O Poder dos Media na Sociedade Contemporânea; O Jornalismo em Análise - A coluna do Provedor dos Leitores, ou A Regra da Instabilidade.
Assume, assim um carácter de enorme actualidade saber quais os caminhos para onde vão os media, pelo que faz todo o sentido discutir «temas como o “fim do jornalismo” ou o “crepúsculo da informação jornalística” estão na ordem do dia, por motivos que se relacionam com o impacte das novas tecnologias na produção e recepção da informação», diz o Professor Mário Mesquita que nesta conferência irá, ainda, examinar os vários factores que se reflectem nas previsões sobre o futuro do jornalismo, com destaque para a proliferação de formas de informação gratuitas, a criação de uma “economia da atenção” baseada no instantâneo e no imediato, o impacte dos “sítios sociais” e a desintermediação dos jornalistas por outros actores do espaço público.
Assume, assim um carácter de enorme actualidade saber quais os caminhos para onde vão os media, pelo que faz todo o sentido discutir «temas como o “fim do jornalismo” ou o “crepúsculo da informação jornalística” estão na ordem do dia, por motivos que se relacionam com o impacte das novas tecnologias na produção e recepção da informação», diz o Professor Mário Mesquita que nesta conferência irá, ainda, examinar os vários factores que se reflectem nas previsões sobre o futuro do jornalismo, com destaque para a proliferação de formas de informação gratuitas, a criação de uma “economia da atenção” baseada no instantâneo e no imediato, o impacte dos “sítios sociais” e a desintermediação dos jornalistas por outros actores do espaço público.













