ABERTURA DA EXPOSIÇÃO RES PUBLICAPÓLO DA BNP
De entre a contribuição da Biblioteca Nacional de Portugal para o centenário da República, constitui uma das mais relevantes iniciativas referentes à efeméride a exposição Res Publica: Cidadania e Representação Política em Portugal, 1820-1926, a realizar simultaneamente em dois pólos: na Assembleia da República (Palácio de São Bento), sede do poder legislativo, onde inaugura a 6 de Outubro, pelas 15 horas, e na Biblioteca Nacional de Portugal, cuja inauguração terá lugar a 7 de Outubro, pelas 18h30.
Por Jornal Rostos
Comissariada pelos Professores Fernando Catroga (Universidade de Coimbra) e Pedro Tavares de Almeida (Universidade Nova de Lisboa), a exposição pretende contextualizar o regime republicano na História do Constitucionalismo Português de que é herdeiro, numa abordagem da rica e conturbada história política nacional, de 1820 a 1926, que conheceu três Constituições (1822, 1838 e 1911) e a longa vigência da Carta Constitucional de 1826, outorgada por D. Pedro, com os seus sucessivos actos adicionais.
Para além das permanências e das rupturas com o constitucionalismo monárquico e, até, das diferenças entre as propostas do Partido Republicano Português anteriormente ao 5 de Outubro e as opções que os constituintes republicanos maioritariamente aprovaram, os estudos aduzidos no catálogo da exposição procedem ainda a uma análise comparativa com outros regimes republicanos, da Europa ao Brasil, não obstante o federalismo inscrito pela grande nação sul-americana depois da implantação do novo regime a 15 de Novembro de 1889, tanto quanto perante as diversidades europeias entre o Sul em que os regimes republicanos encontraram terreno fértil para a sua implantação e a esmagadora maioria dos estados do Norte que optou por monarquias constitucionais.
A sessão contará com a presença do Secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle,
e do Presidente da Comissão Parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura, Luís Marques Guedes
Para além das permanências e das rupturas com o constitucionalismo monárquico e, até, das diferenças entre as propostas do Partido Republicano Português anteriormente ao 5 de Outubro e as opções que os constituintes republicanos maioritariamente aprovaram, os estudos aduzidos no catálogo da exposição procedem ainda a uma análise comparativa com outros regimes republicanos, da Europa ao Brasil, não obstante o federalismo inscrito pela grande nação sul-americana depois da implantação do novo regime a 15 de Novembro de 1889, tanto quanto perante as diversidades europeias entre o Sul em que os regimes republicanos encontraram terreno fértil para a sua implantação e a esmagadora maioria dos estados do Norte que optou por monarquias constitucionais.
A sessão contará com a presença do Secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle,
e do Presidente da Comissão Parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura, Luís Marques Guedes













